Frase de Samuel Eduardo Fortes
Alheio ao Passageiro Alado Todas as vidas que só tive Só tive em numa outrora, estive. Livra-me deste maldito ego. Que não é eu. Porque eu sou. Que não haja lama nas estradas Minha vida em devaneio Que não haja lama em meus pensamentos Fiz de mim o que não soube O que de mim, não fiz. Quando me atirei e me vi ao espelho Já havia envelhecido. Que não haja nem folhas mortas Meu coração está cansado Que não haja cinzas nas lagoas dos meus propósitos. Torna-me puro como a água e alto como o céu. Fazendo meu dia involuntariamente Seguro como o sol que natural o faz Minha cor do meu alto céu Mostrando tudo como um único dia. Não aprendo a tua serenidade Na medida que sou meu sono Na medida que tenho sono Não sou meu dono E só me encontro Quando totalmente de mim Fujo
No pensador.ai desde