Pular para o conteúdo

Frase de Prof. Me Yhulds Bueno

⁠Lembranças: como é bom observar a chuva pela janela. A chuva cai suavemente, desenhando linhas líquidas na janela. O aroma fresco que ela trás invade o ambiente, um cheiro de terra molhada que purificava e renovava o clima. Observar a chuva pela janela é um prazer simples, mas profundo de reflexão. Cada gota que caí no chão parece lavar não só a terra, mas também a alma, trazendo uma sensação de paz e renovação. Uma chuva boa, daquelas que podem durar o dia inteiro, ou ser apenas uma visita rápida pela manhã ou ao entardecer. Às vezes, ela vêm de madrugada, embalando o sono com seu som ritmado. Mas o melhor mesmo é quando a chuva dura o dia todo, permitindo que a janela fique aberta, deixando o vento fresco entrar e trazendo consigo a melodia das gotas caindo. Ver a chuva pela janela trás boas lembranças. Do tempo de saborear um chimarrão ou mate ao redor do fogo de chão, fogão a lenha ou da lareira, se fosse na varanda, melhor ainda. Conversar, prosear, tomando um chá ou saboreando uma sopa paraguaia ou um chipa, enquanto a chuva caía lá fora, era um prazer inigualável. A chuva na janela faz o tempo passar devagarinho, lembrando dos tempos de criança, correndo na rua e brincando na chuva. Observar a chuva pela janela faz bem para a alma. Um momento de introspecção, de memórias felizes, de um tempo em que a vida parecia mais simples. A chuva caindo lá fora é um lembrete constante de que, mesmo nos dias mais cinzentos, existe beleza e serenidade a serem encontradas. E assim, a chuva pela janela se torna um espetáculo silencioso, mas profundamente reconfortante.

Prof. Me Yhulds Bueno

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Prof. Me Yhulds Bueno

⁠Pesquisar o passado é revisitar acontecimentos que moldaram o futuro que vivemos no presente.
Saudade da Infância na fronteira de Ponta Porã e Pedro Juan Caballero. Na simplicidade dos dias passados, A família reunida, sorrisos partilhados.
Continuar lendo

Saudade da Infância na fronteira de Ponta Porã e Pedro Juan Caballero. Na simplicidade dos dias passados, A família reunida, sorrisos partilhados. Festas e encontros, boa conversa, Histórias, causos, lendas que a alma dispersa. Piadas e anedotas, risos sem fim, Cada um contando sua história, assim. Do tempo de criança, da juventude vivida, Saudade de quem partiu, memória querida. Avós, pais, primos e tios, Tempo bom de alegria, momentos gentis. Na memória, gravadas histórias, De um tempo que passou, mas deixou suas glórias.