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Frase de Matheus Almeida

Eu te amo como o mar ama a lua sem tocá-la nunca, mas puxando o mundo inteiro para mais perto de si. Há em você uma espécie de silêncio que me envolve como um segredo antigo, é um lugar onde tudo em mim encontra repouso. Como se o tempo, cansado de correr, se deitasse no teu ombro e aprendesse, enfim, a respirar. Quando penso no teu nome, ele não vem como palavra vem como vento atravessando janelas abertas, como cortinas dançando sem motivo, como um arrepio que não pede explicação. E ainda assim, há algo em você que pesa. Não como dor, mas como as ondas do mar à noite densas, profundas, inevitáveis carregando histórias que ninguém ousa traduzir. Te amar é isso: um equilíbrio impossível entre leveza e abismo. É caminhar sobre a linha fina onde o céu encontra o oceano, sem saber se estou subindo ou me afogando. Mas não importa. Porque se for para me perder, que seja em você como o vento se perde no horizonte, como o mar se entrega à escuridão sem jamais deixar de voltar.

Matheus Almeida

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Secret Sorrows… ⸻ Eu não te amei — eu me perdi em você. E isso é diferente. Porque amar ainda deixa saída, ainda permite retorno, ainda guarda alguma dignidade intacta. Mas o que houve… foi como cair de um lugar que não tinha fundo e, no meio da queda, descobrir que eu não queria parar. Em você, eu cruzava um limite que não permitia retorno. E ainda assim… eu fiquei. Fiquei no teu olhar quando ele já não me via inteiro, fiquei nas pausas que você não explicava, fiquei até quando comecei a perceber que o amor em você já não crescia — apenas resistia. E mesmo assim… eu continuei. Porque havia momentos — malditos momentos — em que tudo voltava. Um gesto teu, um quase sorriso, um silêncio que parecia abrigo… e pronto: eu acreditava de novo. Você nunca soube o que fez comigo. Ou talvez soubesse e tenha escolhido não olhar. Mas eu sei. Eu sei porque ainda sinto essa falta estranha que não é ausência — é excesso sem destino. É como carregar algo grande demais para existir sozinho. E o pior… é que, se você voltasse agora, se dissesse qualquer coisa com aquela voz que desmontava tudo — eu não sei se eu teria força para não me perder outra vez. Porque a verdade, a mais feia, a mais crua, é essa: eu não superei você. Eu apenas aprendi a continuar vivendo enquanto isso não passa.