Frase de Paulo Brachtvogel
Sobre meu coração chovem gotas frias de desalento... turvas são as águas, Nelas me sinto como um náufrago Tento retorquir, flamejando em meio à multidão atingida pela maldição do facciosismo... Diante desse tempo úmido e frio Domados atrozmente por avalanches de distorções e invenções Carregados de vazio, Sem ideias, embriagados pelo inculto... Suas mudanças revelaram-se navalhas que não cicatrizam Feridos, desempregados,desabrigados e famintos Sob marquises pleiteiam acomodação. Onde está a rosa? Te tornaste símbolo, carregada em punhos cerrados Sempre fostes resistente Precisamos que cresças entre escombros de pedras brutas Que floresças nos corações e mentes, que transforme a melancolia em esperança.
No pensador.ai desde