Frase de Gustavo Miranda
Prazer do Destino Não acredito mais em encenações. Não rio mais de meros bordões. Não sinto mais o mesmo prazer ao fazer o que eu fazia. Não vejo mais sentido em ter o futuro que eu queria. Tudo que eu quero é ficar em meu mundo, sonhando com o que talvez aconteceria se talvez um dia eu não fraquejasse e sucumbisse a minha própria agonia. Agora do destino fico a mercê, esperando o dia em que ele me faça crescer, e se isso não acontecer jamais, talvez em me faça então, descansar em paz. Eu só peço um dia de plena alegria. Se hoje sou um fracasso, é por não aprender a viver no passado. E sanidade, pra mim era a mais pura bobagem. Sou um ser humano e só aprendi a ser insano. Sou um ser humano e só aprendi a ser insano. Não conheço mais quem eu sou realmente. Não senti mais a vontade de seguir em frente. Não encontro mais ninguém para me confortar e me fazer forte. Não há mais inspiração, então só me resta a sorte. Lembro-me do tempo em que eu queria mudar, parece que tudo ia dar certo, mas talvez o destino decidiu que eu não tinha esse mérito, me arranco a vontade e me deixou descoberto. Não sei se sinto ódio, medo, ou esperança, no fundo ainda sou criança, maltratado pelas minhas próprias vontades não realizadas e por sonhos por vezes bisonhos. Eu só peço um dia de plena alegria. Se hoje sou um fracasso, é por não aprender a viver no passado. E sanidade, pra mim era a mais pura bobagem. Sou um ser humano e só aprendi a ser insano. Sou um ser humano e só aprendi a ser insano.
No pensador.ai desde