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Frase de Rô Smith

Mentiras Faça de conta que por mim, nunca sofreu. Que por me deixar sem adeus, não se arrependeu. Faça de conta ainda, que a ferida aberta, já curou. Que a lágrima escorrida, já secou. Minta quando disser, é claro! Quando disser que na sua vida, não há breu. Que de amor nesta vida, nunca ninguém morreu. E que nesse caso de amor, a única que sofre... sou eu!

Rô Smith

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Pensador.com

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Outras frases de Rô Smith

Palavras de um Analfa_poeta Amores não deveriam morrer Lembranças sim
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Palavras de um Analfa_poeta Amores não deveriam morrer Lembranças sim A morte do amor É como a cegueira A eternidade do amor É luz para os olhos Amores não deveriam morrer Pessoas sim Se morremos amando e sendo amado é como se vivêssemos um pouco mais. Resposta ao Analfa_poeta: Dúvidas sobre o meu amor Não sei escrever como os grandes poetas Li tantos e tantas vezes, que nem o nome guardei Ficou em mim este misto de alma e sangue E foi assim que desejei Escrevo com a alma Às vezes, sem a rima pedida Como uma menina que vê uma paisagem Mas que deseja com traços de linha Assim o amor se fez em mim Amo, mas não sei falar Amo, e fico a esperar Que o ser amado perceba Só de ver meu olhar

Somos todos Passageiros Um dia nunca é igual ao outro. Assim como nós também não somos.
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Somos todos Passageiros Um dia nunca é igual ao outro. Assim como nós também não somos. Somos diferentes no decorrer dos dias. O tempo, a vivência, a convivência diária com tantas pessoas, tende a nos modificar. De forma suave, para o bem, ... ou de forma abrupta, dilaceradora, nos tornando indiferentes; Seja qual forma decida seguir, tenha em mente que ninguém pode mudar o dia de ontem,mas podemos ser diferentes hoje! Dê seu melhor; seja o melhor. - O melhor amigo, o melhor filho,seja o grande amor de alguém.

Pesar Cronos - senhor do tempo, que segue marcando todas as causas de nossos infortúnios.
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Pesar Cronos - senhor do tempo, que segue marcando todas as causas de nossos infortúnios. Depositamos em ti a esperança de com o seu passar tudo entre em harmonia. Há seu tempo oh Cronos, deus do tempo lírico e das horas tempestivas, arrastai das nossas mentes e corações, este sabor amargo das horas perdidas... Agora, amanhã e sempre!

Servidão Numa época de senhores e escravos, certa feita, um causo se sucedeu. Um dos escravos, o mais velho e obediente que já houvera por aquelas bandas, teve seu único filho envolvido numa pendenga. A sinhazinha, moça de poucos atributos e coração de pedra, vira o menino comen…
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Servidão Numa época de senhores e escravos, certa feita, um causo se sucedeu. Um dos escravos, o mais velho e obediente que já houvera por aquelas bandas, teve seu único filho envolvido numa pendenga. A sinhazinha, moça de poucos atributos e coração de pedra, vira o menino comendo uma fruta. Coisa boba, pedaço de sobra da refeição anterior, mais que ele tivera a ousadia de pegar. Antes os porcos do que os serviçais da casa. Caso passado ao sinhozinho, o menino fora chamado a responsabilidade: iria pagar com seu lombo franzino e a carne magra, os desaforos do arroubo. Assim fora marcado: o menino ia apanhar do capataz da fazenda no alvorecer do dia, para que diante de toda a negrada ficasse bem claro: só poderiam comer do angú que lhes fossem servidos. O pai do negrinho, vendo que o capataz não ia tremer a mão na hora do castigo, tomou de força e pediu: - Sinhô, sei que meu filho errou, sei que vosmecê tem filho também, e coisa que aprendi morando aqui como vosso servo, é que pai educa filho. Deixa eu educar o meu também. Permita que eu dê a coça, mode ele aprende a não pegar nada que não seja dado. E assim foi. O pai bateu até que o sinhô desse a ordem de parar, que foi quando o menino desmaiou. Menino franzino, 10 ou 12 anos, tanto fazia. Se fosse pela mão do capataz, duas e teria tombado morto. Na madrugada, Quando o choro miúdo do menino se fazia grande na senzala, ouviu-se um sussurro: pai, por quê você me bateu? Bem sabe que eu só tinha fome, e as sobras iam para os porcos... O pai entre lágrimas respondeu: bati porque eu sabia onde podia bater sem te matar. Cada chicotada que dei, tua pele eu parti, mas meu coração eu sangrei!