Frase de Dea Lunaris
Enquanto minha vida exigia atentamente Que eu me movesse, que eu fosse em frente Qualquer coisa, compromissos, responsabilidades Minha natureza sentia o prazo chegando “Seria isso uma ameaça eminente?”. Dentro de mim, pulsante, o medo e o escalar de algo que não era “eu” Uma linguagem que eu não entendia; Era como se eu fosse um barco, navegando em um mar profundo, desconhecido, um mar que também sou eu, que de repente, esse barco se afunda, e eu me perco em mim mesma. No impulso de seguir Gritava dentro de mim aquilo que não devia. Escutei minha alma aos berros, eu só não queria, mas eu não entendia o que não queria Meu corpo ia contra minha vontade, eu gritei, alto Alto, e gritei, aos prantos, o medo invadiu, Medo de tudo, de mim, da minha alma, do que sou e do que serei.
No pensador.ai desde