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Frase de Paulo Roberto Gaefke

Depressão em mulheres Por que a depressão é maior em mulheres? O que é depressão? A depressão é um distúrbio de alteração do humor sério e por vezes incapacitante. Causa sentimentos de tristeza, desespero, desamparo e inutilidade. Ela pode ser leve a moderada com sintomas de apatia, falta de apetite, dificuldade para dormir, baixa auto-estima e fadiga. Ou pode ser uma depressão maior com sintomas de humor depressivo na maioria dos dias, falta de interesse nas atividades rotineiras que antes eram realizadas com satisfação, perda ou ganho de peso, insônia ou hipersonia, fadiga, sentimentos de culpa na maioria dos dias e pensamentos recorrentes de morte ou suicídio. Quais os sintomas de depressão na mulher? De início insidioso, a depressão evolui continuamente para quadros que variam de intensidade e duração se não for tratada. Geralmente, os sintomas duram pelo menos duas semanas provocando prejuízos na vida social, familiar e ocupacional. Os sintomas de depressão nas mulheres incluem: Sentimentos de tristeza persistente, ansiedade e “vazio” Perda de interesse ou prazer em atividades comuns Nervosismo, inquietação, irritabilidade, choro fácil Sentimentos de culpa, inutilidade, falta de esperança, pessimismo Excesso de sono ou ausência de sono Perda de energia, fadiga Baixa auto-estima Perda da libido Pensamentos recorrentes em morte ou suicídio ou tentativas de suicídio Dificuldade de concentração, de memorização ou para tomar decisões Sintomas físicos persistentes que não respondem ao tratamento, como dores de cabeça, desordens digestivas, dores crônicas Por que a depressão é mais comum em mulheres do que nos homens? Antes da adolescência, a prevalência de depressão é a mesma em meninas e meninos. Entretanto, com a chegada desta fase da vida, o risco das garotas desenvolverem depressão aumenta duas vezes mais que o dos garotos. Alguns especialistas acreditam que mudanças hormonais estão relacionadas a este risco aumentado. Estas mudanças são evidentes durante a puberdade, gravidez e menopausa assim como no pós-parto, histerectomia ou aborto. Além disso, as flutuações hormonais que ocorrem a cada ciclo menstrual provavelmente contribuem para a síndrome pré-menstrual ou TPM. Há também a doença disfórica pré-menstrual ou DDPM, um tipo severo de TPM especialmente reconhecido por depressão, ansiedade, mudanças de humor cíclicas e letargia. O que aumenta as chances de uma mulher ter depressão? De acordo com o National Institutes of Health os fatores que aumentam o risco de uma mulher ter depressão incluem fatores genéticos, biológicos, reprodutivos, interpessoais e características psicológicas e de personalidade. Além disso, as mulheres que intercalam o trabalho com o cuidado com seus filhos ou as mães solteiras sofrem mais de estresse que pode desencadear a depressão. Outros fatores incluem: História familiar de alterações do humor História de desordens do humor na adolescência Perda de um dos pais antes dos 10 anos de idade Perda de apoio social ou ameaça de tal perda Estresse psicológico ou social, como perda de emprego, relacionamento estressante, separação ou divórcio Abuso sexual ou físico durante a infância Uso de certos tratamentos para infertilidade Uso de alguns contraceptivos orais Mulheres podem apresentar depressão logo após terem um bebê, a chamada depressão pós-parto Certas alterações afetivas sazonais, mais comuns no inverno Transtorno bipolar, pois a depressão é uma parte da doença bipolar A depressão pode ser familiar? Sim. A depressão pode estar presente nas famílias. Quando isso acontece, ela geralmente começa nas idades entre 15 e 30 anos. Um traço familiar de depressão é muito mais comum em mulheres do que nos homens. Qual a diferença da depressão em mulheres e homens? A depressão feminina difere da masculina de várias maneiras: Depressão em mulheres pode ocorrer cedo, durar mais tempo, apresentar mais recorrência, ser mais associada a eventos estressantes da vida e ser mais sensível a mudanças sazonais. As mulheres experimentam mais os sentimentos de culpa e têm mais tendência ao suicídio, embora atualmente elas cometam menos suicídio que os homens. A depressão feminina é mais associada a desordens de ansiedade, como sintomas de pânico ou fobias e desordens alimentares. Mulheres deprimidas tem maior tendência a abusar do álcool e outras drogas. Como a tensão pré-menstrual (TPM) e a desordem disfórica pré-menstrual (DDPM) se relacionam com a depressão? Três em cada quatro mulheres que menstruam têm TPM. Ela é caracterizada por sintomas emocionais e físicos que variam de intensidade de um ciclo menstrual para o outro. Mulheres com 20 a 30 anos são usualmente afetadas pela TPM. Cerca de 3 a 5% das mulheres que menstruam têm DDPM, um tipo severo de TPM, marcada por sintomas emocionais e físicos muito fortes que antecedem em cerca de 10 dias o início da menstruação. Na última década, estas condições foram reconhecidas como importante causa de desconforto e mudanças de comportamento em mulheres. Enquanto a relação entre TPM, DDPM e depressão permanece sem ser esclarecida, acredita-se que mudanças químicas no cérebro e flutuação dos níveis hormonais sejam fatores que contribuem para tal associação. Muitas mulheres que sofrem de depressão associada à TPM ou DDPM melhoram com exercícios físicos e meditação. Para aquelas com sintomas severos, psicoterapia individual ou de grupo, medicamentos e manejo do estresse podem ajudar. A prevalência de depressão aumenta na meia-idade? A perimenopausa é o estágio da vida reprodutiva da mulher que começa oito a dez anos antes da menopausa e dura até o início desta. Neste período, os ovários começam a produzir gradualmente menos estrogênio e, na menopausa, param de produzir óvulos. A menopausa é o período que a mulher para de menstruar e aparecem os sintomas decorrentes da queda de estrogênio. Por definição, uma mulher está na menopausa quando para de menstruar por um ano. Isto é uma parte normal da vida e marca o fim da vida reprodutiva da mulher. Tipicamente ela ocorre em mulheres na 4° ou 5° década de vida. Entretanto, aquelas mulheres que tiveram os ovários removidos cirurgicamente passam por uma menopausa repentina. Esta queda de estrogênio desencadeia mudanças físicas e emocionais – como depressão, ansiedade e alterações de memória. Como em qualquer outra fase da vida da mulher, há uma relação entre os níveis hormonais e os sintomas físicos e emocionais. Algumas mudanças físicas incluem ciclos menstruais irregulares, ciclos mais intensos ou mais leves e ondas de calor. Como lidar melhor com os sintomas da depressão? Evite tranquilizantes. Use-os se for extremamente necessário e somente com a prescrição de um médico. Mantenha uma dieta saudável. Faça exercícios regularmente. Engaje-se em algum projeto ou hobby que promova um sentido de realização à sua vida. Encontre uma prática de auto-controle – como ioga, meditação, técnicas de relaxamento por respiração lenta e profunda. Tenha boas noites de sono, mantenha seu quarto arejado e confortável. Procure apoio emocional com familiares, amigos ou profissionais. Mantenha-se conectado com sua família. Consolide seus laços de amizade. Participe de algum trabalho comunitário. Tome medicamentos, vitaminas e minerais como prescritos pelo seu médico. Caso você não consiga fazer isto sozinha, procure a ajuda de familiares, amigos ou profissionais especializados nos cuidados de saúde mental. Como a depressão é tratada em mulheres? Há uma variedade de métodos usados para tratar a depressão, incluindo medicações como antidepressivos e psicoterapia. A terapia familiar pode ajudar caso o estresse vivenciado na família contribua para a depressão. O seu psicólogo, psiquiatra ou psicanalista pode determinar qual é o melhor tratamento a ser seguido. Qual profissional pode me ajudar no manejo da minha depressão? Os mais procurados são os especialistas em saúde mental como psiquiatras, psicólogos, assistentes sociais e psicanalistas. Mas outros profissionais podem orientá-la como clínicos gerais ou médicos de família. Existem centros comunitários que auxiliam pessoas com depressão, serviços universitários, programas de saúde mental em escolas médicas e clínicas particulares que podem ajudar pessoas deprimidas ou seus familiares. Conheça o nosso Tratamento Espiritual para a depressão que pode servir como “auxiliar” no seu Tratamento médico. Não deixe de consultar um médico se estiver sentindo os sintomas acima descritos ou desconfiar de depressão.

Paulo Roberto Gaefke

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Pensador.com

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O pensamento que constrói "Tenho visto muita gente de cabeça baixa, olhar perdido no horizonte, meio largado no espaço. Gente que ainda não sabe o que vai fazer do amanhã, se o amanhã chegar e quase sempre, deixa o dia passar. Plantam diariamente pés de jilós, sempre amargos, e esperam sonhadoramente, colher morangos doces. A vida meu amigo, minha amiga, é exigente! Ela adora pessoas determinadas, que não aceitam derrotas simples. Gente testada na dor, que passa pelo crivo do abandono, as vezes da solidão. E ainda assim, enxugam as lágrimas e seguem seu caminho. Gente que sabe que dpeois da curva já é outra rua. Que depois da meia noite já é dia e não há escuridão que resista ao sol do dia. Gente que olha para o céu encoberto e sabe que o sol está lá. Gente que não se lamenta pelo prato simples de comida, antes agradece. E o coração dessa gente se aquece e a vida, professora sábia e zelosa, encantada com a sua determinação, libera bençãos, frutos, conquistas. Até o que era para dar errado dá certo, até o que nem era para ser será. A energia da certeza, a energia dos fortes, dos que sabem que estão no caminho certo. É esse caminho que eu quero que você encontre etroilhe sem medo. Ainda que o início seja só de pedras e espinhos, saiba que logo mais, logo a frente, há um bosque florido e água em abundância, para quem não para e desiste, para quem segue adiante. Firme, forte e confiante. É assim que a vida quer te ver. Então, que assim seja!"

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O ventre Qual é o limite da sua capacidade de suportar tombos? É você que quando leva uma pancada da vida esmorece de vez? Você quando recebe um não vai pra casa chorar? Desiste diante dos obstáculos mais simples? ou insiste demais por pura teimosia em qualquer coisa. Você é aquela pessoa que fica em relacionamentos furados, aceita empregos meia-boca acreditando que vai melhorar? Ou você é a versão moderna da "Madre Teresa de Calcutá", e quer abraçar os infelizes, doar alimentos para os famintos, sem perceber que na sua própria vida anda faltando muita coisa. Olha, eu trago um recado direto para o seu "eu", que pode estar perdido em uma rua qualquer da desilusão. E você, se sentindo sem chão, não sabe por onde recomeçar. Comece ou recomece por você. Perceba que só podemos doar o que já temos com alguma folga. Não queria consertar o mundo lá fora sem antes remendar o seu. Ame-se! Valorize-se! Não se compare com esse ou aquele, apenas seja o seu melhor. Não olhe para os problemas que andam a sua volta. Por maiores que sejam, passarão! O dia de amanhã pode trazer uma solução prontinha para o seu maior problema. E agora, sem o problema, o que você vai fazer da sua vida? Perceba que o que importa não é o problema, é a sua vida. E a sua vida não é e nem pode ser o "problema". Viva a possibilidade de recomeçar agora. De criar um novo projeto, de viver um novo sonho. De desejar experimentar novos sabores do velho sorvete. Ou da sopa que anda tão sem gosto. Tempere-se! Adoce-se! Viva o prazer de desejar o melhor e assim, conquistar o melhor. Acredite, o tempo é seu aliado quando você decide vencer. Nada é maior que o sue desejo de vitória! Acredite em você. O Criador acredita desde o ventre da sua mãe.