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Frase de Valter de Melo

⁠Vivemos em um mundo de extremos, a política é extrema, as escolhas, os pensamentos e as opiniões são extremas, tudo tem somente dois lados da moeda, e isso tem que interferir em sua vida, quer você queira ou não. Pelo menos é assim que nos comportamos. Todavia, mais que isso, além de pessoas extremistas que somos, queremos impor nossos "máximos" para o outro, e, claro, vice-versa. É tudo tão triste, muito doloriso de olhar e ver como a humanidade caminha buscando união de uma maneira tão violenta e totalmente separatista. Somos todos egoístas, queiramos reconhecer ou não, e, infelizmente, a população nunca irá entender, pois nós também somos parte dela e mais da metade não está se importando em mudar esta realidade, quem sabe somos nós, também, parte desta massa que não está interessada. Muitos dizem importar-se, com um pensamento público de mudança, mas são somente falácias, sempre em busca de seus interesses pessoais, que só alimentam mais sua ganância e seu próprio egoísmo. O que será de nós, o que nos resta? Será uma vida de amarguras e dias cinzentos? Um futuro de feridas e estagnação, resultantes do nosso próprio orgulho e egoísmo? Não conseguimos ver que somos nós mesmos que geramos estas feridas uns nos outros, pois estamos ocupados demais olhando para nosso próprio umbigo. Estamos sempre muito atarefados e cheios de pensamentos, fazendo ou pensando em algo para nossa própria satisfação. Essa enxurrada de coisas que utilizamos para darmos como desculpa sobre nosso próprio egocentrismo, que evitamos admitir, venda nossos olhos, nos limitando de enxergarmos a realidade, inflando cada vez mais o orgulho dentro de nós, e por consequência nos direcionando a mais extremos e "máximos". Todas estas circunstâncias nos impedem de conseguirmos olhar para a vida, para a realidade, a verdadeira humanidade, que não é fria e dividida, pois não fomos criados com este propósito. Somos seres singulares, mas todos gerados pelo amor, que é unido e não dividido. Essa característica demonstra para nós um pouco do porque estamos nesta terra, para sermos verdadeiramente uma gigantesca família humana. Carecemos ver que não precisamos estar sempre em extremos, que não é necessário vivermos sobre máximos, que nos tornam pessoas instáveis e agressivas, gerando sobre nosso interior insegurança e medo. Precisamos viver de verdade, respirar de verdade, sermos reais. Necessitamos olhar para o próximo, e não para nós mesmos, caso contrário, seremos nossa própria destruição.

Valter de Melo

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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⁠A desconfiança de possíveis momentos bons se tornarem futuras lembranças é, em sua maioria, presente. E desta é gerado o medo de ter saudades pelo cativar das agradáveis vivências, formando de alguma forma uma deturpação sobre o pensamento do mudar, que resulta, muitas vezes, em fazer-nos ficar na nossa própria zona de conforto. Consequentemente isto transforma nosso amadurecimento em um envelhecimento de tristeza e insatisfação por não termos aproveitado, talvez, o máximo daquelas boas épocas de nossas vidas, nos tornando em pessoas frias e inseguras com o novo, além de ativar gatilhos que geram auto defesas e bloqueios para a chegada de coisas boas sobre nós. Sendo que, são resultantes do lembrar de experiências positivas que cativaram um espaço em nossas vidas por terem resgatado para si próprias um período de nosso fôlego de vitalidade aqui nesta terra. Todavia, e mesmo assim, não podemos desistir de viver os bons momentos que nos foram entregues, pois sem eles não há referência para a esperança encontrar os registros necessários para sobreviver e se desenvolver dentro de nós. Portanto, esta esperança é como uma semente que é plantada, mas que sem terra, água e sol não consegue se manter para germinar e, em sua idade madura, produzir vários frutos sobre seus galhos.