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Frase de Ângela Flores

O poeta divino escreveu um dia, que as primeiras palavras de um livro é tentar presumir de que sentimento é feito a história e de que maneira ela deve ser expirada. Desta mesma maneira, presumo eu, nascem os que possuem instintos para a música e a liberdade. Até porque é a música parceira congênita das letras. É através da melodia que os embaralhados de palavras surgem. E neste termo, a liberdade entra como primor para a florescência deste conjunto. Sentindo sua mente vagar em toda esta teoria. Augusto se sentia mais leve do que o habitual. Esperava que com este pensamento, tudo aquilo que sonhava encontrar, lhe daria a luz para que caminho seguir. Mas mal ele sabia, que o caminho estava dentro de si; Dentro do seu coração. A mente só fazia o seu papel de demonstrar o que ele sentia em fracções de segundos em teorias e imagens distopias. Mas um dia em um sono leve. Seu coração pulsou mais forte e ao abrir os olhos. Ele avistou tudo aquilo que sempre almejou: A luz, o caminho, a música e as letras. E nunca mais ouviu-se falar de Augusto. Mas todos que caminham por aquelas bandas de Soar, dizem que ainda escutam o tons musicais ecoar pelo vento e a poesia se formar entre as nuvens!

Ângela Flores

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Ângela Flores

Querendo ser aquilo que deixo as pessoas mais calmas e mais sublimes. Saiu por ai emitindo como ondas sonoras canções para celebrar a vida. - Vamos lá, Vamos lá Cory Toca para nós! Toque para todo o mundo!
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Querendo ser aquilo que deixo as pessoas mais calmas e mais sublimes. Saiu por ai emitindo como ondas sonoras canções para celebrar a vida. - Vamos lá, Vamos lá Cory Toca para nós! Toque para todo o mundo! Mas ele não, ele queria somente tocar para seus pais. Aonde quer que eles estariam, vão me ouvir e irão me encontrar. Disse Pedro: - Escute os sons...eles estão em todo lugar. Repare, o barulho do vento quando ele forma uma pequena canção através da brisa que percorrem as pessoas. É essa canção que nos embala. E sem saber, é dessa forma que além de nos sentirmos resfrecado, nos sentimos livres!

Eu já vivi por dias esperando que em um momento tudo se torna-se real. Torna-se real tudo aquilo que eu sonhava, me inspirava, suspirava e pedia. Pedia que o vento a cada dia, me desse força para suportar o momento da espera. Uma espera grande; Como se eu estivesse sentada, tot…
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Eu já vivi por dias esperando que em um momento tudo se torna-se real. Torna-se real tudo aquilo que eu sonhava, me inspirava, suspirava e pedia. Pedia que o vento a cada dia, me desse força para suportar o momento da espera. Uma espera grande; Como se eu estivesse sentada, totalmente imóvel dentro de uma grande sala para embarque e desembarque. Somente observando o vai e vem de pessoas. Indo e vindo. Subindo e descendo. E em mim surgia apenas expectativas e sonhos. A cada piscar de olhos, a minha mente se remediava ao encontro das luzes que meu cérebro transmitia criando caminhos brilhosos gravados em sangue em neurônios e tudo se passava em milésimo de segundos. Ao abrir os olhos, novamente uma nova expectativa eu encontrava. Mas eu sabia, que um dia, seria a minha vez de ser chamada. Me levantaria e percorreria o caminho que haverá escolhido por aquele que esta acima de nós e de tudo. Por aquele que escreveu o seu nome em letras chamuscadas de ouro resplandecente. E esse momento chegou. O momento é o hoje. O Agora.

O vento leva e traz os sons que percorrem todos os lugares. Os sons normalmente são novos, mas outros são velhos conhecidos. E neste vai e vem de novos e velhos sons descobriu-se onde se encontrava um menino pequenino que se encontrava perdido. Ha muito tempo não se havia mais…
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O vento leva e traz os sons que percorrem todos os lugares. Os sons normalmente são novos, mas outros são velhos conhecidos. E neste vai e vem de novos e velhos sons descobriu-se onde se encontrava um menino pequenino que se encontrava perdido. Ha muito tempo não se havia mais falado deste menino que sempre demonstrava no olhar um brilho de viver e de sonhar. Pedrinho como era chamado pelos Arcádios estava em um chale dentro da floresta de Arcádia codinomificada por magica. E dentro daquele chale Pedrinho fazia o que ninguém soubesse que fazia: Tocar! Notas e mais notas sobrevoavam sua cabeça e todo o espaço daquele lugar que demonstrava ser realmente magico. Ao mesmo tempo que eram uns emaranhados de notas juntas e misturadas elas se alinhavam formando uma melodia forte e doce. E desde então, Pedrinho que não era mais perdido, não ficou um dia seguer sozinho. A sua melodia que era diferente a cada dia encantava não só os animais que eram seus fieis espectadores mas formava uma outra orquestra de espectadores arcadianos na floresta azul do conto dos mágicos.