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Frase de Ana Rosenrot

Vestido Vermelho Num de meus aniversários, não sei qual, ganhei da minha madrinha um vestido vermelho; era a coisa mais linda que eu já tinha visto, com a saia rodada, a cor viva, eu me sentia uma princesa com ele. Mas havia um probleminha: o vestido era sufocantemente quente, parecia um forno, com todo aquele tecido pesado e o forro grosso, me fazia suar em bicas e eu suportava calada a tortura, ficava quietinha, não brincava, pois parecia que a roupa abafada me tirava as forças, me deixava febril, sem ânimo para nada. Minha mãe dizia que com aquele vestido eu (moleca) me comportava como uma "mocinha". A paixão doentia pelo vestido vermelho acabou de vez quando eu cresci um pouco e ele não cabia mais em mim... Parando um pouco para pensar, acho que aquela coisa nem era tão bonita assim, não passava apenas de delírios de conto de fadas na cabeça de uma sonhadora criança do interior... Fiquei bem melhor sem ele, acho que por isso até hoje não suporto roupa desconfortável, aquela já foi suficiente para a vida toda, ufa!!!!

Ana Rosenrot

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Pensador.com

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Um dia bem vivido vale por anos de desenganos
Carnaval Sei que lutei contra o que sentia, sempre macho, sempre no controle, mas seu jeito meigo me pegou, não posso mais viver longe do seu sorriso, da sua voz, da paixão arrebatadora que emana do seu ser; o baile está triste com você longe de mim; então levanto minha bandeira…
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Carnaval Sei que lutei contra o que sentia, sempre macho, sempre no controle, mas seu jeito meigo me pegou, não posso mais viver longe do seu sorriso, da sua voz, da paixão arrebatadora que emana do seu ser; o baile está triste com você longe de mim; então levanto minha bandeira, que já foi branca e agora está amarelada pelas lágrimas de saudade que chorei, não posso mais, vou gritar bem alto, mais alto que as marchinhas que estão tocando: “Volta pra mim, meu amor”!

Rendição Queria que você me olhasse, E se esforçasse para me ver como eu sou;
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Rendição Queria que você me olhasse, E se esforçasse para me ver como eu sou; Esqueça o que dizem, perdoe o que julgar imperdoável, Olhe em meus olhos, não veja cores, estigmas, intrigas, Dê-me uma chance, se dê uma chance, De nos tornarmos almas amigas... Não lute contra o que você não entende, Não lute para tentar entender, Aceite o que te ofereço de coração aberto, Veja que não somos assim tão diferentes; O mesmo amor se espalha em nosso ser, Só você não compreende, Ou não quer compreender. Nossos caminhos se encontraram por um motivo, Lutaremos injustamente, friamente, eternamente, Numa batalha que nunca terá fim; Pelo que não pertence a você, e nem a mim... Entregue suas armas, lhe ofereço as minhas, Renda-se, aceite minha rendição, Não há vencidos, nem vencedores, Numa guerra que nunca existiu... Reconheça que a vida nos uniu, Para semearmos a paz que tanto buscamos, Pois nossas diferenças nos fazem iguais, E é na fraqueza, que nos pune, nos levando a lutar, Que reside à força para se render, e perdoar.