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Frase de Rodrigo Siza

Sair de casa para discipular É respirar o evangelho puro Aquele que nos faz amar Aqui não tem cachê depois do culto Tem cadeira para arrumar Não recebemos uma cesta de presentes Mas um peixe para assar As grandes igrejas não os querem Porque o dízimo deles é farinha Os grandes pregadores não os querem Porque nem bíblias eles tinham Não é confortável Tem dificuldades Mas por almas, meu amigos Por amor, Cristo foi para o madeiro E eu, por almas, permaneço Até que o rio trombetas o conheça como Senhor e Salvador

Rodrigo Siza

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Pensador.com

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Outras frases de Rodrigo Siza

Quanto mais as pessoas me admiram, mais miserável me reconheço
Longos anos passaram E eu vi amigos casarem E eu fiquei aqui, contigo
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Longos anos passaram E eu vi amigos casarem E eu fiquei aqui, contigo Te amando Mudou-se as estações Vi amigos te deixarem E ficarem irreconhecíveis E eu fiquei aqui, contigo Completamente apaixonado Tanta coisa foi mudando Amigos tornaram-se desconhecidos E desconhecidos se tornaram amigos E eu fiquei aqui, contigo Te desejando Cada um seguiu sua vida Alguns se tornaram E estão trabalhando E eu fiquei aqui, contigo Permutando que tua mão me movesse E esse “aqui, contigo” Me levou por muitas lugares Agora, especialmente Para uma escada que leva para o rio trombetas O sol nasce a minha direita Uma canoa flutua a minha frente Pássaros cantam a minha esquerda E amanhã pode está nublado demais para que o sol apareça E pode não haver nenhuma canoa ou até mesmo escada E os pássaros podem parar de cantar Até o rio pode secar Mas eu continuarei aqui, contigo Porque te amo

Mesmo em meio as prisões Não negaram ao seu Deus Depois dos açoites e grilhões
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Mesmo em meio as prisões Não negaram ao seu Deus Depois dos açoites e grilhões Ainda se achavam indignos De sofrer perseguição O que aconteceu com essa geração? Trocamos o eterno pelo que perece A intimidade pelo virtual Trocamos a pureza pela falsa alegria O amor ao artista virou idolatria Eles deram o sangue Não temeram a morte Foram serrados ao meio Presos e torturados Oh Deus, faça de mim Alguém como eles Quero gastar a minha em teu serviço E amar o que tu amas com fervor Ser um exemplo vivo de tua graça Que vejam em mim o teu amor Usa-me com poder e autoridade Como usaste aqueles homens Que fizeram milagres Usa-me, gasta-me Dai-me almas ou não viverei Usa-me, gasta-me Daí-me as nações por herança Ou não suportarei

Depois de fazer suco de caju E ver os vizinhos bebendo e dizendo “humm” Fui na casa da dona Biá
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Depois de fazer suco de caju E ver os vizinhos bebendo e dizendo “humm” Fui na casa da dona Biá As crianças jogavam bola E fui lá jogar Depois nós jogamos no Rio E a vida tinha cara de infância Voltei para casa molhado Encontrei com o Geraldo Sentado no chão me falou “Estamos felizes que Deus para cá vocês enviou” Ele foi o primeiro que se reconciliou Cada dia é uma mistura De rotina com “magia” De tarefas Com poesia