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Frase de Simone Caixeta

CONTROLADORA EU? Ontem à noite, uma pessoa me disse que sou “controladora demais”. Na hora rebati: controladora eu? Não, de jeito nenhum, ninguém controla ninguém! Mas confesso isso ficou martelando em minha cabeça. Fui para cama, tentei pegar no sono, usei todos os artifícios – ler, assistir tv, contar de ré, etc. - mas a danada da expressão não me deixava dormir, continuava ali, martelando em minha mente. Então pensei: qual o perfil de uma pessoa controladora? Num pulo, saio da cama e abro meu notebook. Recorri ao google: perfil de controlador. Vamos ás respostas: são as que mais exercem domínio sob os outros e até, a si mesmas. Têm a necessidade de querer saber de tudo o que as pessoas fazem, geralmente as mais próximas. Ou ainda, além de querer saber, desejam e verbalizam que o outro fez, não é correto. Tentam impor, às vezes sutilmente, outras vezes de forma mais agressiva, seu próprio jeito de pensar, fazer e ser. Tudo com o pretexto é claro, que é para o próprio bem do outro. O controlador tem o desejo, muitas vezes inconsciente, que só ele sabe o melhor caminho, o que é certo. Na verdade, este comportamento pode ser facilmente identificado como nobre e afetuoso. Nossa sou isso? É, o pior de tudo é que sou, caiu-me como uma luva. Quem me disse, foi categórico, admito sou uma pessoa controladora. Talvez meu perfil controlador esteja diretamente relacionado ao meu perfil de administrador: de equilibrar criatividade com a perspicácia, visão globalizada, construir credibilidade, ter poder de persuasão e convencimento, rapidez para adaptar-se às mudanças e reagir positivamente a elas, exercer um papel de educador e orientador capaz de modificar comportamentos e atitudes das pessoas, ter senso de responsabilidade social, estar atento às oportunidades de mercado e tomar conhecimento do que acontece a sua volta. Opa, isso não é controlar? Então administrar é ter controle. Esse perfil eu exerço exacerbadamente sobre mim. Reconheço sou “5w2h” em tempo integral. Sei o que quero, tenho objetivos, traço metas, estabeleço estratégias e realizo. Sou focada em meus objetivos. Assim tornei-me o que sou hoje. Analisando por esse lado, sim considero positivo. Negativo é querer que as pessoas que me cercam sejam iguais a mim. Aí recorro ao “controle”, exerço um papel de educador e orientador, com todo meu poder persuasivo, de modificar comportamentos e atitudes das pessoas. Em quantas situações vivenciei isso, com familiares, amigos, etc.. Persuadi, tracei planos, modifiquei valores e comportamentos, exigi atitude, chamei na regulagem. Em todos esses casos fui extremamente controladora: impus meu jeito de pensar e agir. E agi assim em nome de um afeto, de uma vontade de querer o melhor para o outro. O dia já amanhecendo, e eu ali pensando: diante desse fato, restou-me rever minhas atitudes, fazer-me entender que a vida das outras pessoas, por mais que as queira bem, deve administrada por elas mesmas. Deixar que façam suas escolhas, porque o ideal para mim pode não ser o ideal para elas. Preocupar menos com os outros, agir menos pelos outros. Que cada um construa seu caminho!

Simone Caixeta

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Simone Caixeta

Sou a bola da vez! Sou a bola da vez... alvo das fofocas, fuxicos, mexericos. E quem nunca não foi? Pessoas de intelecto ocioso, sem conteúdo e valores éticos, se ocupam em distorcer fatos da vida alheia. E quem são os fofoqueiros? São pessoas de mente desocupada, que não perdem…
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Sou a bola da vez! Sou a bola da vez... alvo das fofocas, fuxicos, mexericos. E quem nunca não foi? Pessoas de intelecto ocioso, sem conteúdo e valores éticos, se ocupam em distorcer fatos da vida alheia. E quem são os fofoqueiros? São pessoas de mente desocupada, que não perdem tempo em uma boa leitura, em assistir documentários, filmes na tv, nunca se dispuseram a uma atividade cultural como um teatro, sarau, exposição de arte, encontros literários, etc. Uma fofoca serve para divertir o vulgo, assim como um livro para o sábio. São pessoas dotadas de pouca autoestima, medíocres, de baixos valores, que para se sobressair se reafirmar diante dos demais, se acalentam dos deslizes alheios. E o que lucra um fofoqueiro? Nada. Perdem e muito... ao se prestarem a essa atitude deselegante, estão desperdiçando suas energias maldizendo a minha pessoa. Além de perder o meu apreço, poderiam estar canalizando-as em favor próprio, para enriquecer culturalmente, para seu crescimento, sua evolução, para torna-se uma pessoa melhor, e assim quem sabe recuperar a ética. E para agravar essas pessoas se dizem amigas. Amigas? Só se for da onça, aproveitam-se da proximidade, da confiança para fuxicar. Amigos verdadeiros são aqueles que estendem a mão nos momentos difíceis, que ouvem e silenciam, compreendem e não julgam e muito menos condenam. Mas é exatamente nesses momentos que descobrimos os amigos verdadeiros, sua índole, seus valores éticos. Faço minhas as palavras de Renée Venâncio: “Ao invés de ficar fazendo fofoca, maldizendo as pessoas por aí, ajoelhe-se e faça uma oração pedindo a Deus pra que Ele ilumine e contenha os seus maus pensamentos. Melhor uma boca calada do que palavras injustas ferindo o próximo, e espalhando a maldade que habita os nossos corações. Se você é do tipo que fala demais, regenere-se. Seja justo e dedique-se a cultuar a perfeição do silêncio”. E quanto a mim, não desperdiço minhas energias com fuxicos, deixo isso para os medíocres, concentro-as em me refazer, em construir, e não em destruir. Opto por cultuar a perfeição do silêncio, ele sim enobrece. Portanto, não peçam explicações, detalhes, porque não satisfarei a curiosidade alheia.

Amar é ir além de querer o bem... Muitos acham que amam, mas poucos sabem realmente o que o amor. “Amar é querer o bem do outro enquanto outro”. Retórica singela de Aristóteles não? Desenredando-a percebe-se que de singela não tem nada. Querer bem...é desejar a quem amamos que t…
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Amar é ir além de querer o bem... Muitos acham que amam, mas poucos sabem realmente o que o amor. “Amar é querer o bem do outro enquanto outro”. Retórica singela de Aristóteles não? Desenredando-a percebe-se que de singela não tem nada. Querer bem...é desejar a quem amamos que tudo de bom, que o melhor aconteça na vida dessa pessoa: sucesso profissional, felicidade, saúde, paz, harmonia, etc.. É ir além do desejar, é proporcionar colaborar para a promoção do bem do outro. Querer bem é então o inverso de querer mal. Partindo desse pressuposto, amar não é somente querer o bem para quem se ama, mas também não querer o mal. Aí começa a complexidade de amar... E novamente é ir além do não desejar, do não querer, mas favorecer para afastá-lo do mal. Pois quem ama cuida, zela, apoia, entende. Amar é uma doação, uma entrega sem reservas. Enquanto não formos capazes de nos doar ao outro, sem reservas, sem medo de expormos nossas fragilidades enquanto humanos, as muralhas para adentrar no coração um do outro permanecerão fechadas. Amar é compartilhar... o bom e o ruim, as alegrias e as tristezas, as conquistas e as derrotas, é sorrir e chorar juntos. É apoiar um no outro. Amar é aceitar o outro com todas suas virtudes e fraquezas, sem julgamentos, sem cobranças. Quando passamos a enxergar as individualidades como algo positivo, crescemos e proporcionamos crescimento ao outro, pois o ponto forte de um, muita das vezes, é justamente o ponto frágil do outro. Poder partilhar enriquece tanto quem dá com quem recebe. E o propósito da vida é sempre crescer, superar. Portanto se entregue ao amor, doe-se a pessoa amada, ame sem medo, sem reservas. Se esse amor não for correspondido na mesma medida pela pessoa amada, esqueça-a, reme, deixe-a para traz e siga em frente, porque essa pessoa não te ama.

POR QUE? Quantas vezes nas horas de silêncio e recolhimento, uma inquietante pergunta brota do coração e nos vêm a mente: "por que" isso aconteceu comigo? E são muitos "por que"... nas mais diversas circunstâncias como perda o emprego, término do namoro, casamento; quando somos…
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POR QUE? Quantas vezes nas horas de silêncio e recolhimento, uma inquietante pergunta brota do coração e nos vêm a mente: "por que" isso aconteceu comigo? E são muitos "por que"... nas mais diversas circunstâncias como perda o emprego, término do namoro, casamento; quando somos ou alguém próximo são acometidos por doenças graves; os acidentes de trânsito, de trabalho e domésticos; uso abusivo de drogas, alcoolismo; abandono nas ruas, a fome, a miséria; a violência física e psicológica; perdas de pessoas amadas, a falta de oportunidade, etc.. Vivenciando cada momento desses, sabemos o quanto esses causam sofrimento, dor, angústia. E novamente a pergunta que não pode ser calada no coração: por que temos que passar por isso, cada sofrimento, cada dificuldade e cada angústia? Por que algumas pessoas tem uma vida de sucesso: família, sustentabilidade, saúde, etc, e outras não? Que justificativa poderia silenciar o nosso coração? O destino? Deus? Ou nós mesmos? Mas para alguns é o destino, a vontade de Deus, para outras fatalidades, consequências de nossos atos. Pergunto-me, o que causa mais angústia, a circunstância em si ou os questionamentos internos gerados pela ânsia de entender o “por que”? Se questionarmos, sofremos duas vezes. Assim, não importa a sapiência do “por que”, mas sim verdadeira lição contida no âmago da circunstância. Que saibamos aprender com a dor, com as dificuldades que a vida nos impõe. Que nos momentos de reflexão não nos concentremos no “por que” e sim no quanto podemos extrair positivamente dessa circunstância. Que o extrato nos proporcione crescimento e nos torne em pessoas melhores, de caráter superior, e principalmente mais solidária e sensível ás dores e as dificuldades alheias. Pois sabemos o quanto a solidariedade nos é essencial nesses momentos.

A GRANDEZA DE UM HOMEM “Quão grandes seriam certos homens, se não fossem tão arrogantes” (textos judaicos) e complemento: se não fossem tão arrogantes, prepotentes e soberbos. Geralmente os três andam juntos, é como se um condicionasse de existência para outro. Uma simples defin…
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A GRANDEZA DE UM HOMEM “Quão grandes seriam certos homens, se não fossem tão arrogantes” (textos judaicos) e complemento: se não fossem tão arrogantes, prepotentes e soberbos. Geralmente os três andam juntos, é como se um condicionasse de existência para outro. Uma simples definição que agrupa os três adjetivos: aqueles que abusam da autoridade, do poder para efetuar um ato, oprimem com intuito de demonstrar que é melhor, mais importante, superior ao outro. Esses no fundo só demonstram o tanto quanto são medíocres. Ao se acharem superior, melhor, os medíocres acreditam que são extraordinários, e não toleram que ninguém seja melhor do que elas, pois isso extermina a falsa ideia de que são extraordinárias. Como é doloroso para o medíocre aceitar que é uma pessoa comum. Uma pessoa comum tem uma singularidade, simplicidade e humildade que a torna extraordinária, diferente do medíocre, que se acham os donos da verdade, os senhores da razão. Assim a arrogância, da prepotência e da soberba são as armas usadas para impor a qualquer custo, suas prerrogativas. Ao medíocre falta o talento, a capacidade e a criatividade de arguir. Portanto se queres ser grande, seja simplesmente comum. E o primeiro passo é aceitar sua simplicidade, sua humildade, pois “quanto maiores somos em humildade, tanto mais próximos estamos da grandeza” (Rabindranath Tagore).