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Frase de Thamys Marinho

Parece que a vida não cansa de querer me transformar em uma peça do jogo “amores proibidos”. De tanto eu jogar eu aprendi as regras e os atalhos. Sei o suficiente pra ganhar, pra me livrar de qualquer apetite pelo veneno. Não há olhares que me compadecem, nem tocar das mãos que me faça suar, nem cheiros que me arrebatam. Aprendi a bloquear qualquer relação (afetiva ou não) que não dará certo. É difícil enganar o coração, mas não impossível. E eu consigo. Basta apenas sufocar o desejo e permitir que morra por asfixia. E dói, como qualquer sacrifício a ser feito. Mas é preciso renunciar às vezes como forma de encontrar alguma resistência, alguma forma de sobreviver a todas essas ciladas que a vida arma pra derrubar os debilitados. Na lei da vida, ter sentimentos é fraqueza. É estar no meio de uma guerra sem nenhuma proteção. E eu já estive nessa guerra, quase morri com as feridas abertas, com as hemorragias internas, com o coração dilacerado. Fui curada pela força do tempo, e desde então decidi que sentimento bom é sentimento morto.

Thamys Marinho

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Thamys Marinho

“A verdade é que eu não me lembro da última vez que acordei com motivações pra viver. Apenas vou suportando as horas, os dias… Momentos bons existem, mas os ruins me fazem esquecer das vezes que ri. Estou vivendo amarguradamente sozinha.”
Estava tudo escuro. Não conseguia dormir. Acendi as luzes do meu quarto, cambaleei até o o espelho, e perguntei: Acontece com todo mundo, não é? Sabe essa coisa de se apaixonar pela pessoa errada. Consenti com a cabeça, como se eu estivesse convencida de que aquilo era verdade. E…
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Estava tudo escuro. Não conseguia dormir. Acendi as luzes do meu quarto, cambaleei até o o espelho, e perguntei: Acontece com todo mundo, não é? Sabe essa coisa de se apaixonar pela pessoa errada. Consenti com a cabeça, como se eu estivesse convencida de que aquilo era verdade. E é verdade, mas saber disso não me fez chorar menos e nem parar de pensar que você, pra mim, era a pessoa mais proibida do mundo. Proibida pela própria natureza, e eu sabia que te ter seria minha contribuição para o caos da humanidade. Pensei em todas as consequências que o temido-sentimento traria, derramei as primeiras lágrimas, deitei meus pensamentos sobre o travesseiro, tentei acreditar que o amanhã seria outro dia, e que eu esqueceria. Estava certa, o amanhã foi outro dia, mas esquecer, esquecer isso nunca aconteceu.