Frase de Luanna Peixoto
Pra essa pressa de ser, Pra essa pressa de ter, Pra essa exigência de crer: Eu tenho uma vida inteira pra isso.
No pensador.ai desde
Pra essa pressa de ser, Pra essa pressa de ter, Pra essa exigência de crer: Eu tenho uma vida inteira pra isso.
No pensador.ai desde
Achados os enganos, sigamaos sinceros... Amigos, "amandos", amado que espero: A vida é o plano, o momento é mais belo.
Envolto em braços de desembaraço Rubro a face ao meu enlaço Em peito próximo tens o afago
Envolto em braços de desembaraço Rubro a face ao meu enlaço Em peito próximo tens o afago É meu amor em um abraço
Todo sofrimento humano é produto de crenças. Fomos todos mal educados a crer que a derrota é ruim, que a morte é triste, que se não somos escolhidos é porque nos falta alguma coisa, que a felicidade é colheita de uma semeadura de bondades e se você não for bom o mundo não será bo…
Todo sofrimento humano é produto de crenças. Fomos todos mal educados a crer que a derrota é ruim, que a morte é triste, que se não somos escolhidos é porque nos falta alguma coisa, que a felicidade é colheita de uma semeadura de bondades e se você não for bom o mundo não será bom com você.. por esses e tantos outros motivos questionáveis muitos choram, desistem, adoecem, sentem dores invisíveis, acreditam que são desfavorecidos nesta vida. É preciso se desconstruir, rolar no chão da queda, repensar todo pensamento e pensar de novo. É preciso criar filhos com a verdade de que toda verdade pode e deve ser contestada, que tudo é oportuno e corriqueiro pois tudo isso que é, não será pra sempre. Também é preciso amor, mas amor genuíno. E quando assim houver sofrimento, ele será passageiro.. do tipo que não carrega nem bagagem.
Como um ateu, apaixonou-se por Deus, embriagou-se de Axé. Era menino franzino, endiabrado e divino, inté chamado: Pajé. Traçou seu caminho, andava sozinho, cheirava rapé.
Como um ateu, apaixonou-se por Deus, embriagou-se de Axé. Era menino franzino, endiabrado e divino, inté chamado: Pajé. Traçou seu caminho, andava sozinho, cheirava rapé. Sendo o ópio destino de um maluco peregrino que se opunha à fé; Desapareceu, óh menino! Enquadrado bandido, incompreendido que é.