Frase de Magi
Não sei o que sinto, nem como explicar, É como um rio parado, sem direção pra nadar. Há um vazio profundo, que se esconde no peito, Mas também um turbilhão, de um medo sem jeito. Às vezes é calma, outras, é tempestade, Me perco nos dias, buscando a verdade. Olho para o céu, mas não sei o que vejo, Um misto de cores que me fazem ensejo. Sinto sem nome, um eco sem som, Um grito contido, que não tem um tom. É estranho e incerto, é um passo no escuro, Vago e profundo, sem nenhum rumo seguro. E ainda assim, sigo em silêncio, a vagar, Tentando entender o que é só divagar. Não sei o que sinto, talvez seja a ausência, Ou quem sabe, a pura e simples presença.
No pensador.ai desde