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Frase de Dolandmay Walter

MEU LIVRO O tempo passa... Que pena o tempo Não se disfarça, não me persiste... O tempo passa... Lá vem o vento À minha face, que nada existe... E vem o tempo... Que não é tempo... Olha ela aí, — minh’alma triste... E vem a noite; meu sentimento N’ la sem lágrimas que me resiste ...Visão sem olhos, corpos sem luz, Amor sem cor que não traduz O espaço fúnebre de seu infinito... Lá vai a vida... Tempo sem nada... Sem quer paixão nem gargalhada, Vão-se em fólios, desejos, e mito...

Dolandmay Walter

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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PERALVILHO Para conquistarmos o coração de uma pessoa não precisamos tocar o que nela é tão precioso e frágil, apenas nos basta ser quem somos!

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ERROS... Quem diz: é amor demais! Extinta paixão Que enriquece tristezas, desejos e medo! Pelo cerne enlouquecido, o coração Não se impõe de existência um segredo! Quem diz: é paixão demais! Extinto amor Que empobrece sorrir, lágrimas e sofrer! Pela alma corrompida, a dor Não se absorve de alegria um viver! Sentimentos complexos e equivalentes, N’um existir eficaz a consumir o espírito Por fantasmas vulgares, dependentes, N’um despertar sem sentir por ser dito: Amor! Paixão! Desejos loucos e plenitude, Só se têm; quem se impõe, em virtude! Dolandmay Walter

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RENASCER... Tudo o que me é morto, ou podre, ou indecifrável, Tudo o que me é de pecados ou de incensos afrodisíacos, Tudo o que me é de destruir nas impurezas dos sentimentos, O que me fere o coração, e o corpo, e o espírito, O que não me alça em voo sobre os amores de fogo, Tudo o que não me é de cumprir os mandamentos e a justiça, Os poderes, e a calma, e as glórias do firmamento, O que me é de tormento, o que me é sem razão, em vão O que me é simplesmente incompatível a memória Por insanidades entre os mortais, e os anjos, Tudo o que não me faz perdurar no amor e na bondade, Tudo o que não me é no olhar infinito, O que não me ambiciona na conquista da eternidade, E o que me faz de um só murmúrio fólios e mito... Que tudo me seja de inconstâncias, e de provas absolutas; Porque nada é intransponível ao renascer de um sol!