Frase de Matheus Henrique Carneiro Pinto Ruiz
Na trama do destino, onde os suspiros se entrelaçam, A falta de consideração desvela-se como neblina, E a solução, um verso suave, uma melodia sutil, Reside na distância, na dança das estrelas no céu noturno. Não desperdice palavras ao vento, Pois apenas o eco das almas verdadeiras as acolhe, Ao invés, guarde-as como tesouros preciosos, Para aqueles que sabem apreciar sua essência. Não permita que sua vida se esvaneça, Em amores fugazes, em desejos não correspondidos, Aprenda a honrar sua própria luz, Oferecendo sua ausência àqueles que não reconhecem seu brilho. Não tema a partida das almas, Mas sim a perda de sua própria essência, Ao se esforçar para agradar a todos, Perdendo-se na busca por aceitação. Exclua, em silêncio, aqueles que não merecem, Pois suas almas conhecerão o peso do vazio, Às vezes, cortar laços é uma necessidade, Uma libertação, um renascimento, uma verdadeira epifania. Dizem que cada alma é a certa, Mas algumas vêm para nos amar, Enquanto outras, com suas lições delicadas, Nos ensinam a arte do próprio amor. Que coincidência é o amor, Uma canção que às vezes se cala, Mas que ressurge, como um suave sussurro, Quando encontramos a harmonia dentro de nós mesmos. Assim, ergamos fronteiras de amor próprio, Afastemo-nos daqueles que não enxergam nossa beleza, Pois priorizar nosso próprio bem-estar emocional, É o caminho para encontrar a paz interior.
Matheus Henrique Carneiro Pinto Ruiz
No pensador.ai desde