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Frase de Danny Boy

Menina.... Criança descalça, livre como o vento não pentear os cabelos é um encanto... brincar de bonecas comer doces e guloseimas espírito livre e inquieta... Descobrir e redescobrir mistérios, fábulas, quimeras Historinhas de ninar... Amiga para todas horas e todos os momentos presença, sutileza espontaneidade... Como uma criança aprendendo a brincar... rememore em seu coração os momentos de alegria, pois há muito ainda a se descobrir... Descubra, construa e reconstrua... Acalente este coração pela sede do viver... experimentando, desfrutando esclarecendo respostas formulando novas menina de cachinhos castanhos... Metamorfose esplêndida uma pequena flor menina tornar-se uma formosa mulher... Olhar aguçado e compenetrante Virtuoso em conceitos e ambicioso no descobrir conhecer... Viajante dos sete mares pássaro de grandes asas com um abraço fraterno e afetuoso onde há imenso calor e mansidão para um coração apaixonado... menina de cachinhos encaracolados que se descobre como mulher... Jóia preciosa, sem sapatinhos de cristal... Dançando levemente ao som de lindas melodias entoação de flautas em dias de primavera... Cachos perfeitos brilhando na leve brisa do amanhecer... Fazendo arte como menina Irradiando como mulher... Companhia para se apreciar a luz de velas... tremulando seus lindos cachinhos e bebendo o doce vinho tinto da paixão... Vontade infantil e alegre de se brincar e desengonçar tão formosos cachinhos... enrolar e desenrolar, atrever-se a doar e receber... menina de cachinhos encaracolados que se descobre como mulher... Autor: ;D

Danny Boy

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Pensador.com

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Outras frases de Danny Boy

O Fortuna... Interrogações do acaso e da natureza
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O Fortuna... Interrogações do acaso e da natureza antigravidade do estabelecimento da razão, ponderações alheias ao desconhecido, matéria não gerada pela matéria e refinada na aleatoriedade e descompasso da razão... Escolha moldada da incerteza e presente da paixão... Círculo de contradições, inversão do conhecimento e sobretudo dos sentimentos e poder do profano da vida... Roda de valores e condições, inversões de caráter da vida... busca incansável do desejo e do prazer, fantasia criada e gerada tanto pelo divino, quanto pelo obscuro... compasso de pecados e paixões blasfêmias e sonhos, palpáveis e impalpáveis ornada em uma pirâmide de juízos, discernimentos e pecados... A roda alegoria da vida, espelhos de vaidades, ambições em um mistério de pecados capitais... gula, avareza, luxúria, irá, inveja, preguiça e soberba... a roda que inverte e reverte cria e recria, nivela e revela... ponderações da existência. intimamente ligada ao viver... e ao sentimento mais humano o sentimento da posse, do querer... Construção da vida humana, estatísticas dos conceitos e valores humanos, amplitude do querer e do possuir... material e/ou imaterial sacro ou mundano assertivo ou pecaminoso lícito ou ilícito relativa somente ao desejo, aos prazeres e ao instinto... Vislumbre inocente de um coração infantil... Mas mortal como o veneno de uma serpente...

Saudades... Momentos ímpares, devidamente bem guardados
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Saudades... Momentos ímpares, devidamente bem guardados nas memórias, nos dias e noites... Na companhia, no andar de mãos dadas... nós aromas, nos amores, licores, cores e sabores... quantas saudades, de um tempo que ficou para trás... Lembranças, episódios... por vezes intrigantes, por vezes engraçados, por vezes inesquecíveis... Jornadas de conhecimentos brincando com sentimentos... Canções de amor, mensagens e juras, palavras ao vento, sorrisos e devaneios Sonhos figurados... Saudades de seu cheiro de mulher... que de tão familiar tornou-se tão desconhecido... Mas ao leve sopro de sua presença palpitações surgem e transbordam os sentidos... Frio e gelo abaixo de zero insegurança... olhares desconexos... Razão e emoção abraçados em uma dança romântica com um final inesperado e desconhecido... Saudades daquele olhar despretensioso, que nele haviam várias pretensões... Como um espelho preso por uma parede sem muros mirando o intangível... sob custódia da emoção e refém do querer... Saudades daquele copo inebriante de Whisky... Que tomado uma vez, todos os outros perderam o sabor... saudades daquele abraço que relembrando o último temos a nítida impressão de ser o primeiro e único... Saudades!!! Autor: ;D

O Catavento... Fábulas inocentes de criança, inocência grifada por sorrisos
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O Catavento... Fábulas inocentes de criança, inocência grifada por sorrisos Na infância adorava moinhos e na minha concepção de quimera, entendia que o pequeno Catavento era a realização do mais próximo contido em um elegante moinho como em um sonho, vagando pelas pradarias e estepes da Andaluzia, Imortalizada na poesia de Cervantes... Cataventos coloridos, de formas e ângulos... brincadeira de criança correndo livre ao vento... Livre frescor de juventude Aspiração de emoções que beiram ao intangível, ao impalpável, mas que em seus rompantes de brisa move e comove corações apaixonados... Cataventos Instrumentos de trabalho para um coração puro, livre e indomado... Lembranças doces e inocentes que os anos deixaram para trás. Cataventos sob uma tarde, que vivenciou chuva, chuviscos e sol combinação perfeita para o belo firmamento azul celeste, inspiração divina, que cria o arco-íris... Catavento escultura científica cheia de trabalho, ângulos geométricos, física, matemática. - Ciências exatas!!! Mas que ao estar presente nas mãos de uma criança... Torna-se um forte conector de aspirações!!! Matérias-primas para um coração apaixonado pelo viver... Rememore as nossas crianças aquele espírito intrépido e de encanto pela vida, pelos sentimentos... Sopros e lufadas de ventos, gire, gire sem parar pequeno Catavento... Autor: ;D

El valor que no se ve... Por dias caminhamos, procurando uma direção
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El valor que no se ve... Por dias caminhamos, procurando uma direção direções, caminhos, e oportunidades... Busca incessante, causa humana para a felicidade... Buscamos, aspiramos, interagimos... e retornamos ao mesmo ponto -o início... Como uma órbita planetária traçada, onde astros e cometas, resplandecem sobre o firmamento... Por vezes aspiramos dos céus o merecimento, a magia o encanto... Tal como o cântico apaixonado de um pássaro noturno aos primeiros sinais do crepúsculo... Passamos objetivando as futilidades da vida, que esquecemos o grande valor da vida... Busque-se o belo, presente na natureza, busque-se o belo, no abraço fraterno, busque-se o belo, nos gestos de uma criança... Cresça, infle, floresça e voe Torne os dias lindos, para si e para os semelhantes Confunda a vida, reinvente-se pois nos momentos que precisar... O dom do valor que não se vê, Retornará... Trazendo consigo a semente da felicidade há tempos perdida... Autor: ;D