Frase de Jonathan de Menezes Engles
SONETO Na alma tenho um segredo e na vida um mistério um grande e eterno amor num momento irrompido; É um mal sem esperança, e assim, profundo e sério, a quela que o causou nem sabe que é nascido. Azar! Passo ao seu lado, em vão, despercebido, portanto, sempre só, sem nenhum refrigério, e hei de chegar ao fim, à campo, ao cemitério, nada ousando pedir ou tendo pedido. E ela que o céu criou boa e terna, hei de ver seu caminho a seguir, e a ouvir sem entender o murmúrio de amor e seus pés se erguerá... A um auste-reo dever, piedoso, se desvela, e dirá, quando ler meus versos cheios dela: "Que mulher será essa?". E não compreenderá.
No pensador.ai desde