Frase de Adriano de Souza
Eu sou a morte, a ceifadora de almas Aquela que vem sem pedir licença Sou a certeza da finitude humana E a certeza de que tudo tem uma sentença Eu venho como um vento que sopra E levo comigo o que um dia brotou Sou a colheita final da vida E a certeza de que tudo passou Eu não escolho a quem levar Mas apenas cumpro minha missão Sou a transição para o desconhecido E a esperança de uma nova evolução Muitos me temem e me evitam Como se eu fosse a pior inimiga Mas eu sou apenas um passo necessário Para a vida seguir sua trajetória Eu sou a morte, a ceifadora de almas Mas também sou a libertadora do corpo E a garantia de que tudo está em paz E que o espírito segue seu próprio jogo Então não me tema, meu amigo Pois eu sou apenas um anjo da colheita Que vem para levar o fruto amadurecido E para que uma nova vida desperta.
No pensador.ai desde