Frase de Vera Medeiros
Quem anda de cabeça baixa, não vê o brilho do sol... A singularidade da lua... Não vê a elegância da natureza, depois de um dia de chuva. A estripulia da criança desembaraçada, almejando um sorvete caramelado. O voo alto do pássaro desesperado, em busca do sonho desigualado. Quem anda de cabeça baixa, não vê a desenvoltura das folhas numa árvore cossecante. Não sente a fulminante dor de um olhar flutuante... e desvia o gazeio da andorinha. Quem anda de cabeça baixa, não sente o deslocamento do vento e o áspero passar do tempo...
No pensador.ai desde