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Frase de Fabiano Carlos

O que andas fazendo da tua vida? Virastes um colecionador, um colecionador de objetos. Não precisamos de coisas, precisamos de momentos. Se tua vida virasse um filme, onde se passaria? Nas redes sociais? Neste mundo virtual onde a falsa sensação de “ouvir e ser ouvido” se propaga? Aonde vais com tanta pressa se já estais preso a um mundo imaginário onde o superficial governa e as mais apaixonantes nuances da vida se escondem. Deixastes teus sonhos na soleira da resignação, enquanto o trabalho que odeias priva-te os sentidos. Do que adianta essas inúteis palavras se contínuas a alimentar o cão que te morde todos os dias, e deixas aberta a mente para que o mesmo ladrão, todas as noites, te roube sempre a razão. De mim para mim é só isso que tenho a dizer-me.

Fabiano Carlos

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Fabiano Carlos

Um dia me perguntaram “qual o sentido da vida?”. Eu respondi: - duas coisas deixam de existir com a morte - a vida e a liberdade. A segunda é a sua resposta.
Usando um dos fragmentos de sabedoria deixados por Heráclito, afirmo : somos um constante vir a ser. Eternamente inacabados, finalizados com a morte. Como haveríamos de estar prontos para o não ser, vulgo presente? Desprenda-te deste medo do por vir, não há mais nada além daquilo…
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Usando um dos fragmentos de sabedoria deixados por Heráclito, afirmo : somos um constante vir a ser. Eternamente inacabados, finalizados com a morte. Como haveríamos de estar prontos para o não ser, vulgo presente? Desprenda-te deste medo do por vir, não há mais nada além daquilo que já é.

E cada palavra deixada é um pedaço que cai. É um visão da verdade, é um passo pra trás. Somos como um desmoronamento contínuo. Como um rio sobre pedras amoladas, influenciados pelas circunstâncias. O “não posso viver sem” muda a todo instante, recebe um novo nome e assim se inici…
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E cada palavra deixada é um pedaço que cai. É um visão da verdade, é um passo pra trás. Somos como um desmoronamento contínuo. Como um rio sobre pedras amoladas, influenciados pelas circunstâncias. O “não posso viver sem” muda a todo instante, recebe um novo nome e assim se inicia a próxima jornada

Olhou seu rosto marcado no espelho, analisando cada espaçamento criado pelo tempo. Questionou-se - “quando aquilo lhe aconteceu?” Sentiu a tristeza da velhice, o sentimento mórbido de quem conta os dias ao encontro da morte. Não lembrava como fora antigamente, mas nas fotografias…
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Olhou seu rosto marcado no espelho, analisando cada espaçamento criado pelo tempo. Questionou-se - “quando aquilo lhe aconteceu?” Sentiu a tristeza da velhice, o sentimento mórbido de quem conta os dias ao encontro da morte. Não lembrava como fora antigamente, mas nas fotografias sorria um jovem forte e saudável. “Eu queria tudo, queria que o futuro chegasse rápido, perdi a beleza do presente. Hoje nada mais existe do antes, as pessoas, os lugares. Tudo se foi, até mesmo eu.