Frase de Giovane Silva Santos
Autonomia de vida A poesia do Brasil pergunta. A ciência tecnológica, a vida biológica. A família, separa ou ajunta. Qual o parâmetro da liberdade. Qual a autonomia de vida, avaliam povo. A vida paralela e a vida de verdade. Pobreza, riquezas concentradas. Diferenças, indiferenças, a pobreza massacrada. Sim, cada um é caçador do eu. Digam me, é tudo normal, pensa errado eu? A política, a ciência tecnológica. A religião da sociedade. O que, quem é o Deus de cada um. Uma sistemática que mexe com ego, vaidade. Coração. Indução. Atração. Repulsão. Forças, pecado, perdão. Inocentes, acusação. Digam, perguntam se, culpados são? Sofrimentos, segmentos. Viril, prostituição. Quem é o dono do cabaré. O povo rebola por que quer? Imaginem, essa inteligência artificial. Aqui, uma frenética ansiedade. Depressão e tal. Enquanto os arquitetos projetam e manipulam. A lancha, a nave espacial. As ondas frequentes, ferindo coração e mente. O Bolso, caráter, a questão. A identidade, quem rege, quem somos, quem são. No mundo paralelo e real, quem é dono da liberdade. Quem detém o poder, que sufoca, massacra. Escraviza e provoca prisão. Satanás, diabo, capeta, o moderno coliseu. Todos culpados? Ou somos manipulados, pelo homem ateu? Giovane Silva Santos
No pensador.ai desde