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Frase de Ana Gelma Lopes

Memórias olfativa e afetiva. Hummmm cheirinho de café e junto dele uma panqueca doce cujo o nome que minha mãe chamava era "bruaca". Tem lembranças que moram no cheiro da cozinha… No barulho do café passando, na mesa simples, no cuidado de mãe servindo tudo quentinho. A “bruaca” talvez nem fosse só uma comida… era carinho em forma de receita. E o mais bonito da nostalgia é isso: às vezes a infância volta inteira através de um sabor. Minha mãe fazia bruaca pra mim e meus irmãos comer com café… e sem perceber, ela estava criando memórias que hoje aquecem o coração.

Ana Gelma Lopes

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Sigo aqui… Inteira nos meus pensamentos, num sábado qualquer que carrega mais verdade do que muita gente por aí. Abril passa, o tempo passa e eu?
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Sigo aqui… Inteira nos meus pensamentos, num sábado qualquer que carrega mais verdade do que muita gente por aí. Abril passa, o tempo passa e eu? Eu fico mais afiada, mais consciente, mais dona de mim. Quanto mais eu envelheço, menos tolerância eu tenho pra drama barato. Minha cota acabou e sem chance de reposição. Hoje eu não discuto, não explico, não insisto. Eu simplesmente me retiro. Em silêncio, com classe, porque quem complica o simples não merece nem o meu cansaço. Tô numa fase perigosa pra quem não soma. Seletiva, tranquila e completamente em paz com minhas escolhas. Prefiro meu canto, minha taça de vinho e gente leve porque problema a vida já serve. E eu não repito prato sigo nos pensamentos soltos.

Voz de Mulher Somos muitas. E mesmo quando tentam nos calar,
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Voz de Mulher Somos muitas. E mesmo quando tentam nos calar, nossa voz aprende a nascer de novo. Somos as que caíram e também as que levantam outras mulheres do chão. Somos cicatriz, mas também cura. Num mundo que ainda insiste em nos ferir com o machismo, com o racismo, com o silêncio que tenta nos apagar, nós respondemos com existência. Porque cada mulher viva é um ato de resistência. Somos corpo, memória e luta. Somos grito contra o feminicídio, contra a violência, contra todo medo que quiser nos prender. Mas somos também poesia, ternura, inteligência, ancestralidade e futuro. Quando uma mulher levanta a voz, outras mil encontram coragem. Esse assunto é longo e com camadas, só queria expressar um pouco meus pensamentos soltos. E assim seguimos de mãos dadas, de pé e vivas. Porque ser mulher não é apenas existir. É resistir, florescer e transformar o mundo.

Zombie paradoxo humano O maior paradoxo da humanidade talvez seja evoluir tanto intelectualmente, enquanto continua falhando emocionalmente. A música "Zombie", da banda irlandesa The Cranberries foi escrita por Dolores O' Riordan em 1994 pela vocalista.
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Zombie paradoxo humano O maior paradoxo da humanidade talvez seja evoluir tanto intelectualmente, enquanto continua falhando emocionalmente. A música "Zombie", da banda irlandesa The Cranberries foi escrita por Dolores O' Riordan em 1994 pela vocalista. Ela expressa sobre dor, a violência e as consequências dos conflitos armados na Irlanda do Norte, especialmente após o atentado do grupo IRA que matou duas crianças inocentes na Inglaterra. A música é um desabafo contra o ciclo de ódio e violência que parecia nunca acabar. A letra escrita em 1994, continua atual porque mostra como a violência e o ódio seguem atingindo pessoas inocentes. O termo "Zombie" demonstrou na letra pessoas que vivem presas à raiva, ao trauma e a violência, quase como se estivessem "mortas por dentro". Como se estivesse repetindo guerras e conflitos sem consciência do sofrimento causado. A letra reflete ao retrato da humanidade, ela nasceu nos anos 90, porém poderia ser escrita hoje. Me trouxe a reflexão que em pleno 2026, que ainda convivemos e o mundo infelizmente, ainda presencia guerras, ataques, discursos de ódio, violência nas redes sociais, conflitos políticos, religiosos e sociais. Se observar, mudou o cenárario da situação anos 90 comprado ao hoje, mas a dor humana continua muito parecida. Um mundo dividido por intolerância, pessoas emocionalmente destruídas por conflitos que muitas vezes nem escolheram viver. É aquela velha conexão funcional, que a música não fala apenas de um fato específico, porém da repetição histórica da violência humana. É uma música que revela o paradoxo de uma sociedade que aprende sobre a paz, porém continua produzindo guerra.