Frase de Thiago Mariano
Amor: ainda estruturalismo. Terra molhada, barulho de chuva, tarde que calha, Há um corpo invisível na incidência de cada. Linguagem que calha, signo-chuva, sintaxe molhada. Me sopra aos ouvidos o tal: foge da teia, foge da teia, foge da teia! Injusta territorialidade, me furta a fuga a priori, Nasço à tarde muito bem estruturado. Esse monoteísmo, esse monofonismo, a unidade-mulher, Espiritualidade semântica, desesperança quântica, labirinto lógico. Quintal grande, balanço na arvore, avó, mãe, tio tocando violão, Amor, grande amor, etc, etc, etc.
No pensador.ai desde