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Frase de Elizamar Lanoa

Todos os pontos enfileirados, Um a um foram unidos pelos dedos Engenhosos de uma criadora que não Mede esforços para deixar sua marca. Os linhos de algodão, os botões cobertos Por um tecido com cores mescladas, um capricho. Costura bem balizada, o corte bem acentuado, Sem quaisquer amassados, curvas perfeitas. Os moldes riscados, bem demarcados, delimitando A trajetória das linhas de lã, Nada de roupas engomadas, Panos rústicos ou de poliéster Apenas tecidos leves e soltos. Vestidos de mangas fofas, Umas saias com cós alto e barras plissadas, Outras com volume, modelagem godê ou Estilo tulipas vermelhas. Nunca dantes ensinaram-lhe Como manusear uma agulha, Uma tesoura, A alinhavar um pedaço de trapo, Uma meia furada, A enfiar um pedaço De linha no fundo da agulha. Muito menos lhe ensinaram A manipular uma velha Singer. Os pés talentosos aprenderam Sozinhos a pedalar em uma enferrujada Máquina de ferro, deixada de herança. Ainda assim, seu célebre ofício aprendera Com sua própria forma de fazer arte com as mãos. Num vai e vem de fura e amarra, segue sua linda sina, Nunca precisara de curso de moda, corte e costura Ou alfaiataria para fazer selar sua história.

Elizamar Lanoa

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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É preciso andar olhando para a frente, porque se olhar para os lados corre o risco de se perder no caminho.
Alguém bateu na porta, ouviu-se um silêncio... - Quem é?Ninguém respondera. - Se não falar quem é, eu não abro!
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Alguém bateu na porta, ouviu-se um silêncio... - Quem é?Ninguém respondera. - Se não falar quem é, eu não abro! - Sou eu. - Eu quem? - Não te faças de boba, tu sabes quem é?! - Se não disseres o teu nome, eu não vou abrir. - Não sei quem é, então não abrirei a porta, pronto. Tornou a ouvir o silêncio... Esperou um pouco e trancou a porta. A felicidade desistiu de bater na porta do seu coração. E ele travou, esfriou.