Frase de Manoel Freitas de Oliveira
Covardia Minha covardia é tamanha A ponto de fugir de nós Esconder no silêncio das muralhas Que é resumo da fraqueza humana Ter a solides de seguir Em terras já batizadas Diante desta minha covardia O chegar da dama de negro Seria uma fuga de brinde Deste mundo frio e sem amor Um grande mercado aberto Sem preço fixo Segui as feiras sem calor Nada há de humano, a ser comprado Apenas a insignificância a ser “humano” O amor espera na porta Bate muito forte na brisa da covardia Nenhum feito de valor será somado A esta passagem sem cor O calor da razão não compra sonhos O preço de estar na chuva A fusão das águas, que rolam O negro do silêncio anuncia Minha covardia tem nome Mudez , Que venha a dama de negro...
No pensador.ai desde