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Frase de Maria de Lourdes Terumy Suzuki Nishimura

⁠Suaviza a sua vida Suaviza a sua vida Faz da alegria o seu tema Faz da paz o seu lema Que a felicidade vai te abraçar a vida Suspira em harmonia Agradeça o seu dia Deixa fluir a bênção em você Deus vai abençoar você Todos os dias tente agradecer Estabeleça uma rota pra viver Escrevendo seu destino Sem cair em desatino Não pratique a violência Não viole a decência Ninguém quer te ver sofrer Deixa só o bem prevalecer Suaviza a sua vida Faz da alegria o seu tema Faz da paz o seu lema Que a felicidade vai te abraçar a vida Suspira em harmonia Agradeça o seu dia Deixa fluir a bênção em você Deus vai abençoar você Toma de bondade seu coração Faça da sua prece sua ação Vai conciliando com tudo na tua vida Vai curando com amor suas feridas Faça da sociedade um lar perfeito Em que todo mundo com seu direito Tem consciência do seu dever Assim o mundo fica mais suave pra viver Suaviza a sua vida Faz da alegria o seu tema Faz da paz o seu lema Que a felicidade vai te abraçar a vida Suspira em harmonia Agradeça o seu dia Deixa fluir a bênção em você Deus vai abençoar você

Maria de Lourdes Terumy Suzuki Nishimura

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Maria de Lourdes Terumy Suzuki Nishimura

⁠A vida e a morte Na morte o corpo na terra adormece E a alma flutua no céu celeste
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⁠A vida e a morte Na morte o corpo na terra adormece E a alma flutua no céu celeste Ascentada no trono junto de Deus A alma também se aquece No coração de quem a alma não esquece A vida se continua no todo e sempre Para aqueles que a saudade sentem E também para aqueles que partem Somente em diferente aspecto Porque um o invólucro perde... Daí a vida e a morte, diferença se apresenta Porque enquanto um num corpo se assenta Se diz que vive no corpo vivente E sem um corpo se morre ausente. Aí que, se a vida pode ser um sopro E a morte ser a eternidade... Então é na morte que se vive de verdade?

⁠Mulher, não se maltrata não Homens tolos e covardes ainda batem A companheira agridem
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⁠Mulher, não se maltrata não Homens tolos e covardes ainda batem A companheira agridem Usam palavras duras que a machuca também Achando que direitos sobre ela tem Larga dessa atitude tão brutal Pare de agir pior do que um animal Onde existe a dor não tem amor Vá curar - te Vá crescer Vá te educar e alargar seu pensamento Amplia este seu conceito Joga fora este machismo dentro do seu peito Alarga o seu pensamento miudinho Saia desse seu mundinho Deixa de ser um covardão Mulher, não se maltrata não Para que fazer sentir dor Para que fazer sofrer Para que agredir e bater Será que teme ser chamado de "Cringe" Fazendo essa "moda" louca que aflinge Que relação é essa, carregada de intimidações, Indagações e ameaças Isso não é amor...é doença... E te faz um machista ignorante Vá curar - te Vá crescer Vá te educar e alargar seu pensamento Amplia este seu conceito Joga fora este machismo dentro do seu peito Alarga o seu pensamento miudinho Saia desse seu mundinho Deixa de ser um covardão Mulher, não se maltrata não Não se maltrata quando se ama de verdade, Quando há respeito e lealdade... Respeito é bom e todo mundo gosta Se for arriscar, arrisca nesta aposta Respeitem as mulheres Não as agridam, nem as maltratem Chega de tanto feminicidio Cometido por seus pares Chega de morte pelos lares! Vá curar - te Vá crescer Vá te educar e alargar seu pensamento Amplia este seu conceito Joga fora este machismo dentro do seu peito Alarga o seu pensamento miudinho Saia desse seu mundinho Deixa de ser um covardão Mulher, não se maltrata não

Amanhã Amanhã É outro dia
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Amanhã Amanhã É outro dia Vou sair de manhã Vou rasgar o dia! Bom dia, ó sol Bom dia, ó passarinho Quero voar E contigo fazer meu ninho! Heieei, heieei! Amanhã É outro dia Vou sem ninguém Vou sair por aí Vou sem rumo! Se encontro uma flor Pergunto do meu amor Se encontro o beija-flor Pergunto: Onde está o meu amor? Vou ficar fora o dia inteiro Vou fazer do céu O meu celeiro Vou repousar sob o sol! E se a noite vier Vou perguntar pra lua Onde está o meu amor? Se uma estrela piscar É pra lá que vou... Vou buscar o meu amor!

Fala Professora A crônica da bronca Um aluno em sala de aula ao portar - se indisciplinado foi levado a diretora que aplicava - lhe um sermão:
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Fala Professora A crônica da bronca Um aluno em sala de aula ao portar - se indisciplinado foi levado a diretora que aplicava - lhe um sermão: - Por que você age assim? Não respeita a professora, não faz a lição, importuna a aula ...o que adianta por fora bela viola e por dentro pão borolento! O sermão soou tão alto que ecoava pelos corredores. O aluno permaneceu em silêncio e assim foi levado de volta pra sala de aula. Mas, como há alguns dias atrás a própria diretora, em uma Reunião Pedagógica, onde convocaram todos: professores e funcionários, disseram sob a importância da postura do professor em sala de aula. Todos deveriam tomar cuidado com o que diziam aos alunos em sala de aula, visto que havia um pai que estava insatisfeito com a forma que uma determinada professora tratava seus alunos em sala de aula, pois o mesmo ouvira brados da professora humilhando o aluno com seus "sermões". Fizera uma reclamação formal e queria uma resposta por escrito, pois caso não fosse tomado as devidas providências, iria acionar a ouvidoria e processar a escola. Ao eco conciliei o fato e fiz alguns questionamentos sobre a bronca ao aluno o qual estrondou em altos brados: - De que adianta por fora bela viola e por dentro pão borolento! Parecia que havia raiva na voz da diretora, mas pareceu - me contraditório num dia cobrar postura e no outri agir sem compostura. O aluno merece respeito até mesmo dentro da sala da diretora. Com está bronca o aluno foi humilhado, escurraçado verbalmente e emocionalmente. O que se quer dizer na força de uma voz? De onde vinha a raiva da diretora? Ela queria dar bronca no menino ou em todos que pudessem ouvir? Será que estaria querendo atingir - me? Até isso pensei e busquei razões ou motivos que se ela estivesse com raiva de mim, daí que encontrei: - Assim que começou este ano letivo houve o seguinte episódio: - Estava eu em minha sala e por várias vezes ao consultar a pasta contendo os conceito e notas finais do aluno, não encontrava determinados ano/série e fui a sala da diretora e informei. Ele disse que pediria para a vice diretora da tarde ver isso. Ela resolveu em partes, pois dois anos/séries não foram encontrados, motivo pelo qual os históricos das referidas salas ao serem consultados seus registros, iam para a caixa com nota: - Mapão não encontrado na pasta! E assim insatisfeita fui levando meu trabalho em frente, mas o computador voltou a dar problemas igual ao ano passado, então comuniquei a secretaria e fiquei no aguardo da providência e assim se passaram três ou quatro dias. Até a diretora chegou a questionar - me por duas vezes: - Você não vai fazer os históricos? - Vou. Respondi-lhe secamente, certa de que ela sabia que se estou parada é porque alguma coisa aconteceu e que já comuniquei e estou no aguardo da providência. ( Até durmo, se quiser, pois quem avisa, amigo é!). A questão é que se usavam a máquina de xerox o computador desligava, sem contar que não havia sinal de internet. (Eu já tinha avisado e não sou papagaio pra ficar repetindo.). Até que enfim chamaram os responsáveis técnicos da Secretaria de Educação e lá vieram. Trocaram o transformador do computador porque não estava segurando a carga elétrica, resolvendo o problema, mas aproveitando da situação eu disse aos técnicos: - Toda vez que ligo o computador ou quando cai a força ou ainda quando ele simplesmente não liga, tenho que ajustar o relógio, não haveria possibilidade de colocarem uma bateria para girar isso? - Nós não temos a bateria. Respondeu um deles. - Mas, está bateria é muito cara? Perguntei. - Não. É baratinho. Disse ele. - Quanto? Perguntei. - Três reais. Falou. - E qual é o modelo para este computador e onde pode ser comprado? Perguntei. O técnico disse o modelo, anotei em um papel e seria possível comprar em qualquer banca de eletro- eletrônico e que se a escola comprasse eles viriam instalar. Então levei isso à diretora que disse - me com ares de boa "amiga": - Você não pode comprar? Depois te dou o dinheiro... - Eu não! ( Pois, pensei: - Oxe! Dê - me o dinheiro, que eu compro!). Ela, ainda insistiu: - Ah! Compra vai...( Com voz de quem quisesse - me contornar). - Por que que você não pode fazer isso? Mas, eu que do verde, colho maduro; Do grão já faço o pão, respondi - lhe espontâneamente... - Oras, porque você tá me devendo o seis reais da cópia da chave e não me pagou até hoje...(Ops! Pensei, mas já foi). Sai, mais que de imediato e ouvi o eco: - Que chave? (Fulana: Vice diretora: Vamos nomeá-la: Bete), dá pra ela seis reais! Disse nervosa, pude ouvir da minha sala. Sentei - me um pouco e testei o computador, estava tudo ok, mas como já era por volta das onze horas estava a abrir o armário para colocar a comida para aquecer em um suporte em banho Maria, já não disponha nesta sala de espaço e tomadas para frigobar e microondas. (Risos) Pois, tenho a autorização assinada por está diretora para os dois aparelhos meus serem colocados e usados por mim na escola, mas vamos - se dizer que estou evitando fadiga...( Mas...). De repente a diretora adentra a minha sala e deposita seis reais sobre, este armário dizendo: - Tô pagando uma dívida que nem eu sabia que tinha! E saiu. ( Pareceu - me que bufava...). Eu, simplesmente não iria fazê - la lembrar, mesmo porque sei que cada um sabe exatamente o que faz e fez, mas muitas vezes preferem apagar detalhes que parecem - lhes insignificante, contudo eu não sei porque raios, me apego exatamente a estes por menores que os outros fazem questão de não guardar em suas memórias. Então haveria a possibilidade de a diretora estar com raiva de mim por ter - lhe dito uma verdade e na verdade quis chamar a mim de pão borolento. A questão é que de fato fui ruim ao dizer - lhe, mas também não consigo fingir e muito menos que me façam de trouxa, pois prefiro ser o pão que ninguém come, do que pão fresco de fácil consumo, pois gosto da verdade, da honestidade e da razão. Moral da história: É melhor ser fingido e ser querido do que ser verdadeiro e ser odiado.