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Frase de Julio Cesar Nogueira

Meu primeiro amor Podem se apagar As estrelas do céu E destruir as estrelas do mar Meu amor por você Sempre irá brilhar Eu tenho que aprender, a viver, sem você Tenho que mudar de vida Eu tenho que te esquecer! Não importa o que acontecer Tenho que seguir adiante Sem olhar pra trás Porque se eu olhar, eu nunca terei paz Não conseguir! Olhei para trás Não terei mais paz Pois você é a única coisa que me satisfaz Olhei com amor, sentindo toda dor O momento bom e ruim Que à dias já tiveram seu fim. Cheguei a conclusão, de que te esquecer Nunca irá acontecer! Mesmo sentindo toda a dor Você sempre será o meu primeiro amor Você foi uma ladra A ladra da paixão A ladra que roubou o meu coração Você me levou aos céus Me deixou cair no inferno Me iludiu, me enganou Me deixou chorando de rancor Você simplesmente me matou O que sinto por você é o amor verdadeiro Que dura para sempre, amor ardente Amor que não ira acabar, mesmo se eu tentar Com rejeição, com consolamento Com isolamento, com mais vontade de amar Eu não sei explicar Amor não se explica, amor se sente Amor, paradoxo da vida deixa maluco o ser racional deixa ele na loucura total Gela, esquenta Mata e condena Essa é a dadiva da vida Esse é o amor!

Julio Cesar Nogueira

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Pensador.com

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Já fui mais eu já fui mais ligado mais chamado
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Já fui mais eu já fui mais ligado mais chamado mais abraçado mais amado mas hoje não existe mais nada tudo foi mais do que um simples "mas".

A índia selvagem Índia da vida, índia da paixão Que caçando sua comida
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A índia selvagem Índia da vida, índia da paixão Que caçando sua comida Flechou meu coração Índia selvagem A mata é a tua casa Me pegue e me leve a ela Eu sou a tua caça Índia tão forte, nunca sentiu dor Você é minha vida Tenho a ti um eterno amor Sou moço novo E muito inteligente Há te ofereço casa, Comida e pente Sei que não falo tupi E muito menos o guarani Índia não tenha medo Eu não vou lhe ferir Índia esbelta Quero te ter na minha palma Você é minha vida E sem ti, chora minha alma Índia tenha pena de mim Sou apenas um jovem fidalgo E sem você do meu lado Sou um homem mal-amado Já amei muitas mulheres Dormi com todas aquelas piriguetes Todas me fizeram errar Mas hoje só quero uma Deixe-me te amar Índia não posso ficar aqui Tenho que voltar à Portugal Ver minha família Comemorar o natal Índia venha comigo Conhecer Lisboa E se não pudestes ir Logo profundamente Irá me ferir! Índia não tenho muito tempo Meu navio embarca amanhã Mas não vou mentir Que sempre lhe quis Venha comigo E me deixe te fazer feliz!

Monique (Poema II) Conto as horas para Chegar em casa
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Monique (Poema II) Conto as horas para Chegar em casa E em apenas um olhar Ver seu sorriso sem graça Sempre espero suas mensagens E respondo depois de um segundo Não quero perder tempo Não tenho todo tempo do mundo Contamos tantas histórias Nossas coisas preferidas Contamos segredos Coisas da nossas vida Mais guardo um Sentimento profundo Que não sinto por mais Ninguém nesse mundo E aquela solidão que Era o fardo do meu coração Logo queimou-se Com o fogo da paixão Mas não sei ainda como dizer Talvez nenhuma palavra saiba Traduzir o que eu sinto por você Se teus olhos brilham ao ver os meus Se sua mão treme ao falar comigo Acho que você também gosta de mim E não me quer só como um amigo Mais guardo um Sentimento profundo Que não sinto por mais Ninguém nesse mundo E aquela solidão que Era o fardo do meu coração Logo queimou-se Com o fogo da paixão Sou uma pessoa muito tímida Mas pra você eu conto tudo Mesmo as minhas coisas íntimas E meus planos para o futuro E aquela solidão que Era o fardo do meu coração Logo queimou-se Com o fogo da paixão.