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Frase de Alana Driziê

Fico pensando se um dia eu decidisse te contar: lembras daquele dia tão triste em que saístes sem entender nada? Pois é. Não era só isso. Eu tinha vários outros motivos que vou começar a citar agora: (...) E aí eu lembrava de tudo que me levara àquele momento – histórias, verdades, mentiras – tudo embolado junto da insegurança que mantinha esse grande embrulho feio e estragado fechado em minha memória. Há tanta coisa que não sabes e talvez precises saber. Tantos momentos que pode ser que tu jamais penses que aconteceram... e ali estavam, como motivos para o medo e o fim, que acabaram incompreendidos pela falta de coragem. A coragem para falar tudo sem falsidades, sem tentar amenizar situações. Se um dia desses nos encontrássemos, será que eu teria coragem de te falar? Será que te contaria das dores que deixaste fincadas em locais profundos? Algumas até submersas em dores maiores ou lembranças melhores... mas ainda dores. Fujo desses pensamentos e finjo que não existem, mas será que conseguiria correr de tua face num dia de verão? Tão calma, quem sabe até se eu não te diria meus porquês? Mas é tão difícil... nem imaginas, talvez nem compreendas... quando nos encontrarmos na avenida alegre, não entenderás nada.. acharás que sou louca. Mas te contarei. Isso, é claro, se nos encontrarmos. E tu vieres falar comigo. E citares esse assunto. E pedires por respostas. E insistires nisso por algum tempo. Caso contrário, quem sabe, a clareza fica pra próxima. (A [louca] dos porquês)

Alana Driziê

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Alana Driziê

Acordei, te senti e saí me sentindo uma pessoa linda demais. Eu estava bem. Meu dia havia começado bem. Tuas mãos delicadas haviam desperdiçado uns cinco segundos respondendo aos meus recados incansáveis. Teus pensamentos haviam se deslocado por pelo menos uns cinco minutos para…
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Acordei, te senti e saí me sentindo uma pessoa linda demais. Eu estava bem. Meu dia havia começado bem. Tuas mãos delicadas haviam desperdiçado uns cinco segundos respondendo aos meus recados incansáveis. Teus pensamentos haviam se deslocado por pelo menos uns cinco minutos para mim, enquanto pensavas numa resposta adequada. Teus créditos diminuíram uns cinqüenta centavos por mim. Tu tinhas procurado meu nome na agenda telefônica, e isso deve ter demorado mais uns cinqüenta segundos. Poderia continuar eternamente procurando mais causas para teus pensamentos terem encontrado os meus, mas não faz diferença. Podes ter me pensado por minutos, horas ou dias... pensastes em mim. E por isso acordei feliz. Depois de dias sem te pertencer, agora sou tua, e quando acordei, declarei que eras meu. Olha só que coisa. Acordei jurando que mereço teu amor. Certo, por enquanto deve ser só seu afeto. Teu amor já seria felicidade demais para meu despertar. (Demais)

Estou falando de amizade. Amizade de verdade. Mas será que amizade que acaba é de verdade? Mas será que a nossa amizade acabou? Será que o que tínhamos era amizade? Só sei que dói. Dá medo. Dá tanto medo que tenho mais medo do que escrevo do que da escuridão que me rodeia nesse e…
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Estou falando de amizade. Amizade de verdade. Mas será que amizade que acaba é de verdade? Mas será que a nossa amizade acabou? Será que o que tínhamos era amizade? Só sei que dói. Dá medo. Dá tanto medo que tenho mais medo do que escrevo do que da escuridão que me rodeia nesse exato momento. É triste. É muito triste perder um amigo, para qualquer circunstância. E quantas circunstâncias chegam e não levam um amigo. Então como uma circunstância boba pode ser tão forte a ponto de separar o inseparável? Não tenho respostas. Nenhuma sequer. Nem procure por elas nesse texto. É tudo perguntas. Dúvidas. Pois não entendo. E dói.. dói... (Losing a friend)

Oh, estava pensando alto novamente. Shhh, cala teus pensamentos. Mas como?
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Oh, estava pensando alto novamente. Shhh, cala teus pensamentos. Mas como? Estar em lugar e não pertencer a ele? Que sensação seria essa? Ela tentava raciocinar sobre sua situação: percebia que seu CEP estava incorreto, suas cartas chegavam pro endereço errado e sua localização geográfica não fazia sentido. O local do dia-a-dia era simplesmente um obstáculo para todos os planos futuros. O desejo de voltar à sua querência devorava qualquer sentido dessa vivência. (Além do arco íris)