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Frase de Ana Jácomo

Eu me Perdoo (Ana Jácomo) No meu coração, eu me perdoo pelas bobagens desastrosas que fiz. Pelas escolhas equivocadas das quais eu me arrependo à beça. Por ter ferido lindezas, sem querer. Por ter deixado ir embora gente querida que adorei ter conhecido. No meu coração, eu me perdoo pelas vezes em que dei tanto poder ao outro e esqueci o meu. Por deixar roubarem, sem compaixão, os meus lápis de cor preferidos. Por chamar de amor o que contraria a essência dele. A cara dele. A luz que ele tem. No meu coração, eu me perdoo por não ter dito o que certamente hoje eu diria. Por não ter tido sensibilidade para compreender preciosidades que me foram ditas sem palavras. Por me faltar em instantes em que precisei tanto de mim. Por, às vezes, faltar ao outro quando ele mais precisava. No meu coração, eu me perdoo por demorar tanto a descobrir o que mais me importava. Por em tantos momentos dar prioridade ao que não merecia. Pelas vezes em que agi de modo tão contraditório às minhas próprias crenças. Pelos momentos em que permiti que fizessem bagunça com o que era tão precioso. Foi por medo. Ingenuidade. Ignorância. Confusão. Lá, era tudo que eu sabia. Lá, era tudo que eu podia. Aprendiz, eu me abençoo, no meu coração. - Ana Jácomo -

Ana Jácomo

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Pensador.com

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Outras frases de Ana Jácomo

Se a história não me agrada, preciso aprender a reescrevê-la até que se torne parecida com a ideia que passa pelo meu coração. O roteiro só muda quando eu assumo a minha responsabilidade por ele e me trabalho para ser capaz de modificá-lo. Não adianta culpar o cenógrafo.
Desnecessárias são perguntas e respostas quando a realidade não precisa de palavras para dizer o que é.<br/> Muitas vezes o que, de verdade, nos falta é a coragem da aceitação.<br/> A coragem para admitir que tudo o que foi trocado cumpriu o seu destino <br/>
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Desnecessárias são perguntas e respostas quando a realidade não precisa de palavras para dizer o que é.<br/> Muitas vezes o que, de verdade, nos falta é a coragem da aceitação.<br/> A coragem para admitir que tudo o que foi trocado cumpriu o seu destino <br/> da melhor maneira que conseguiu, no tempo que conseguiu, e foi.

Não ignoro o sofrimento. Não banalizo as dores que a gente sente, que não são poucas (…) Mas, eu acho que, à parte os embaraços do caminho, quando a gente se fecha para a beleza do mundo, a vida fica insípida. Quero continuar a ter esse olhar capaz de se encantar com coisas que v…
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Não ignoro o sofrimento. Não banalizo as dores que a gente sente, que não são poucas (…) Mas, eu acho que, à parte os embaraços do caminho, quando a gente se fecha para a beleza do mundo, a vida fica insípida. Quero continuar a ter esse olhar capaz de se encantar com coisas que vê mesmo quando, particularmente, a minha história se torna difícil de ser lida… Os problemas continuam, mas o coração ganha um doce que muitas vezes nos ajuda a temperar os amargos.