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Outras frases de JOSÉ LUIZ DE SOUSA NETO

“Os normais esperam uma compensação do mundo; os anormais mudam o mundo.”
Quando observamos a carta de Paulo aos Coríntios, percebemos que aquele homem havia compreendido que o amor é, de fato, a essência da vida, e que, sem ele, tudo se torna vão. Sua história nos mostra que aquele que antes era um grande religioso, mas sem amor, agora se torna um con…
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Quando observamos a carta de Paulo aos Coríntios, percebemos que aquele homem havia compreendido que o amor é, de fato, a essência da vida, e que, sem ele, tudo se torna vão. Sua história nos mostra que aquele que antes era um grande religioso, mas sem amor, agora se torna um convertido, porque, ao dominar a desintegração interior, pode reencontrar-se com a sua essência divina. Muitos de nós teremos dificuldades em saber, de fato, o que é o amor, porque não o recebemos ao chegar a esta existência, razão pela qual carregamos uma noção equivocada dele ao longo da vida. Mas o amor é algo que nasce a partir de um estado integrado da alma. Nesse sentido, isso nos permite conhecer verdadeiramente as profundezas da espiritualidade e atingir um grau de consciência que nos conduz a um estado em que nos tornamos cada vez mais humildes, misericordiosos e perdoadores. Uma elevação da espiritualidade verdadeira não nos leva a um patamar de “saber o que o outro não sabe”, mas de ser aquilo que de fato somos, reconhecendo que não sabemos tudo, porque somos limitados. Nesse sentido, passamos a ter a capacidade de servir e de descer, porque estamos conectados conosco e com o divino. Quantas vezes, pela falta de amor, nos tornamos implacáveis e sem misericórdia. No entanto, o amor nos conduz ao equilíbrio entre justiça e misericórdia. Enquanto resistimos a adentrar na dimensão do amor, somos levados pela vida a uma escola que nos trará fatos e situações desconfortáveis para que possamos perceber o que realmente importa e, com isso, desenvolver a capacidade de discernir entre o essencial e o superficial. Esse processo é como um refinamento, em que o fogo que queima retira as impurezas para que a alma brilhe. Ao nos reencontrarmos com o Criador, podemos reconhecer que somos uma unidade e que o outro também faz parte da nossa família. Assim, somos chamados à responsabilidade pela construção da nossa história e de uma nova relação com Deus, conosco e com o próximo. Ao nos permitirmos viver o amor humano, podemos nos reencontrar e reconstruir uma nova história fundamentada no amor divino.

AQUILO QUE NOS HUMANIZA! Quando olhamos para a história humana, percebemos que a falta de compreensão sobre a necessidade de dominar o mal a partir de um olhar interior profundo da alma acabou custando um preço alto para a humanidade. Ao se esconderem atrás de religiões, homens…
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AQUILO QUE NOS HUMANIZA! Quando olhamos para a história humana, percebemos que a falta de compreensão sobre a necessidade de dominar o mal a partir de um olhar interior profundo da alma acabou custando um preço alto para a humanidade. Ao se esconderem atrás de religiões, homens perpetraram terríveis assassinatos, como o genocídio de mais de 7 milhões de judeus em campos de concentração, assim como o próprio assassinato de Jesus Cristo. Independentemente da religião que seguimos, devemos ter em mente que existe uma orientação do Criador para que possamos compreender e orientar o mal a partir de um olhar profundo para nossas almas. Toda a mensagem de Jesus dialoga com a mesma orientação dada desde o início do mundo: a necessidade de dominar o mal interior. Se desejamos construir uma nação mais justa, com menos violência, precisamos nos unir para que, ao dominarmos o mal — ou a desintegração interior — possamos desenvolver uma relação melhor com o nosso próximo. Toda a nossa vida é permeada pela relação com o outro. Nesse sentido, tudo o que fazemos em sociedade — no trabalho, na família e em nossos vínculos cotidianos — passa pela forma como nos relacionamos. Somente conseguimos manter uma boa relação com o outro quando temos uma boa relação conosco mesmos e com tudo aquilo que habita dentro de nós. Mais do que questões financeiras e materiais, a verdadeira prosperidade passa pela relação com o outro, quando contribuímos efetivamente para a construção de uma sociedade melhor e nos comprometemos a fazer deste lugar aquilo para o qual ele de fato foi criado: um espaço de paz e de compartilhamento da luz do Criador. Nesse sentido, quando nos dedicamos a dar o nosso melhor em nosso trabalho, a tratar bem nossa família e nossos filhos, podemos, de fato, espelhar a divindade que habita em cada um de nós.