Frase de Isis Porreca
No silêncio da noite, a sombra se arrasta, Um eco de risos, que a vida desgasta. Caminhos desfeitos, memórias em dor, Na dança da mente, o medo é o ator. As horas se arrastam, como folhas ao vento, Um peso no peito, um eterno lamento. Olhos que buscam a luz da esperança, Mas encontram apenas a amarga cobrança. Sussurros de vida se perdem no ar, Em um mar de tristeza, não há como nadar. Os sonhos se quebram, como vidro ao chão, E a alma, cansada, busca a salvação. Mas mesmo na sombra, há um frágil fulgor, Uma chama que arde, apesar da dor. A morte é um ciclo, um fio que se estica, E na amargura, a vida se critica. Assim sigo em frente, entre lágrimas e risos, Navegando os abismos, buscando os sorrisos. E se a dor é um fardo que carrego em mim, Que eu aprenda a dançar, mesmo assim.
No pensador.ai desde