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Frase de Carolline Vieira

Nunca gostei de textos muito melosos, mas essa semana vi uma amiga passar por uma situação, e me deu vontade de escrever sobre isso. Se engana quem acredita que o amor acaba. O encanto pode acabar, a paixão pode diminuir, mas o amor quando é de verdade mesmo, não tem fim. Ele permanece independente do tempo e da distância. Ele te arranca uma lágrima junto a um sorriso no rosto, mas permanece prese nte em todos os momentos. Posso falar com propriedade que sei o que é o amor. Me sinto privilegiada por isso, apesar das circunstâncias. Conheci o amor quando ainda era muito nova, e talvez por tanta ingenuidade, não soube aproveitá-lo o máximo que podia. Não me arrependo das minhas atitudes, mas também não posso questionar o destino e os rumos que deram a ele. Amei e fui muito amada, vivi momentos incríveis que levo na memória pro resto da vida. Me considero uma garota de sorte. Tive a oportunidade de conviver com a pessoa mais linda e pura que já conheci. Veio com uma missão importante, e que foi cumprida. Partiu, e me deixou a maior lição que podemos aprender: provou que o amor existe. Um dia assisti a um filme – Um amor para recordar – ainda com ele, e chorei feito criança. Nunca gostei de finais tristes, sempre me acostumei com os contos de fada onde tudo era perfeito e o amor não acabava. Mas descobri que longe de ser um conto de fadas, a vida te prega muitas peças, e nem sempre os finais são como os dos desenhos ou filmes românticos. Mas mais do que isso, descobri que nem sempre o amor acaba junto com o fim. Pra mim, ao contrário de todo resto, o amor é a única coisa que levamos além da vida. Ele vai muito além do corpo e da compreensão da mente humana, ele toca na alma. Ultrapassa qualquer entendimento ou razão. Você pode nunca mais ver e ouvir a pessoa, mas você sente a presença, o sentimento. E hoje, percebo que essa história de que amor verdadeiro só acontece na ficção não é verdade. É mentira quem diz que a morte acaba com tudo. A realidade é que quando se trata de um amor verdadeiro, a vida passa a ser apenas um detalhe.

Carolline Vieira

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Carolline Vieira

Ele tinha um ego maior que ele. Ela tinha uma teimosia maior que o próprio ego. Ele sabia ser romântico quando tinha que ser, embora nem todos fossem capazes de enxergar essa qualidade. Ela dominava a grosseria, mas quando ouvia uma palavra romântica, se tornava a mais doce das c…
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Ele tinha um ego maior que ele. Ela tinha uma teimosia maior que o próprio ego. Ele sabia ser romântico quando tinha que ser, embora nem todos fossem capazes de enxergar essa qualidade. Ela dominava a grosseria, mas quando ouvia uma palavra romântica, se tornava a mais doce das criaturas. Ele era prestativo, fazia questão de ajudar de todas as maneiras quem necessitasse de ajuda. Ela era preguiçosa, preferia ficar observando e babando tanto cuidado e zelo ali de perto. Ele tinha muitos amigos. Ela tinha poucos, mas tinha o suficiente para se satisfazer e se sentir privilegiada. Ele tinha mania de mexer no cabelo. Ela não podia encontrar um espelho. Ele tinha o costume de aumentar o tom da voz. Ela tinha o hábito de chorar em voz baixa. Ele sabia dançar. Ela era uma negação em qualquer movimento. Ele adorava vodka. Ela preferia a cerveja. Ele dava um banho na cozinha. Ela mal sabia fazer um miojo. Ele era de exatas. Ela de humanas. Ele gostava de ler. Ela amava escrever. Ele preferia campo. Ela curtia praia. Ele era viciado em esporte. Ela em chocolate. Ele tinha um abraço que valia mais que mil palavras. Ela tinha o dom de usar as palavras no momento certo. Ele errava. Ela amenizava o tamanho dos erros. Ele acertava. Ela ressaltava cada pequeno acerto. Ele se importava. Ela sabia melhor do que ninguém. Ele amava. Ela também.

Amar, mesmo tendo todos os motivos do mundo para odiar alguém. Vocês sabem que são incompatíveis, já se provaram isso milhares de vezes, e ainda assim, não para de pensar em infinitas possibilidades de ficarem juntos. Parece contraditório, mas não é. Burrice? Talvez não. O amor é…
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Amar, mesmo tendo todos os motivos do mundo para odiar alguém. Vocês sabem que são incompatíveis, já se provaram isso milhares de vezes, e ainda assim, não para de pensar em infinitas possibilidades de ficarem juntos. Parece contraditório, mas não é. Burrice? Talvez não. O amor é exatamente isso. Ultrapassa o entendimento, faz a gente sair do comum, mudar nosso pensamento em questão de segundos com um simples gesto de carinho. A gente briga, fala bobagem, mas troca tudo por um abraço ou uma palavra doce. Troca tudo pra se sentir querido e amado de novo. Um olhar diferente já nos faz esquecer toda e qualquer ferida do passado, mesmo que ela volte a ser lembrada lá na frente. Quando a gente ama, sente por dois, sofre por dois, sorri duas vezes. O amor não tem dúvida, não se engana. Ele sabe direitinho que quer pra si. Se a dúvida começar a aparecer, não sei não. Aí tem. Quando a gente ama não se importa com a opinião alheia, nem com uma segunda pessoa. Não adianta pedir conselho pra amigo, porque embora você saiba tudo o que ele vai falar, e que na maioria das vezes não deixa de ser verdade, o coração fala mais alto. Sempre vai falar. Não é masoquismo, é o sentimento mostrando que a sua força é maior. Temos o péssimo hábito de achar que podemos controlar o que sentimos, mas no fundo sabemos que somos controlados pelas nossas emoções. Amar é perder a razão. É se perder, pra talvez assim, conseguir se encontrar.

Mas a verdade é que eu vivo me perguntando por que não consigo desistir. Não consigo entender porque ainda me sinto a pessoa mais sortuda do mundo quando recebo uma ligação sua, mesmo não sendo frequente. Não entra na minha cabeça como me satisfaço com o pouco que você vem me ofe…
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Mas a verdade é que eu vivo me perguntando por que não consigo desistir. Não consigo entender porque ainda me sinto a pessoa mais sortuda do mundo quando recebo uma ligação sua, mesmo não sendo frequente. Não entra na minha cabeça como me satisfaço com o pouco que você vem me oferecendo, e como esse pouco – ainda assim – consegue suprir tudo o que eu preciso pro meu dia ser mais feliz. Já ouvi de muita gente que eu mereço mais do que isso. Mais do que ligações e encontros como segunda opção, mais do que meias palavras. Acontece que tudo que vem pela metade da sua mão, me faz inteira. Vai entender. Aprendi desde pequena a não desistir do que me faz sorrir, e talvez por isso não consiga te largar de mão. Você é o responsável pelos meus maiores sorrisos. De um jeito torto, diferente do resto. Parece que você sabe o momento certo de aparecer, sabe a hora certa pra tudo. De repente, some. Fico mal, me perguntando por que esse tipo de coisa só acontece comigo, por que tudo vive dando errado. E aí você volta. Com aquele jeitinho de sempre, com o sorriso de sempre, me fazendo aquele bem de sempre. Alguns garantem que fiz a escolha errada ao me entregar pra você. Mas apesar dos desencontros e da falta de clareza dessa história, quando paro pra pensar em tudo que passamos entendo porque continuo aqui. Entendo que somos especiais um pro outro de alguma forma. Sabe por quê? Você até pode ir, mas sempre vai saber pra onde quer voltar. E sempre volta.

Queria dizer pra ele o quanto gostei daquela noite, mesmo que não tivesse acontecido nada demais. Aliás, nada demais em termos. Não sei o que as pessoas esperam de um encontro ou uma saída dessas pra jogar conversa fora, só sei que pra mim foi o suficiente pra querer repetir a do…
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Queria dizer pra ele o quanto gostei daquela noite, mesmo que não tivesse acontecido nada demais. Aliás, nada demais em termos. Não sei o que as pessoas esperam de um encontro ou uma saída dessas pra jogar conversa fora, só sei que pra mim foi o suficiente pra querer repetir a dose. Me encanta essa coisa da simplicidade. Tinha tudo pra ser uma noite legal, mas foi mais que isso. Uma noite leve, com conversas intermináveis onde nem de longe se notava o tempo passar. Um misto de risadas, descobertas, empatia. Um daqueles dias que eu poderia passar horas e mais horas ali, sem fazer o menor esforço, só pelo prazer da companhia. Sem segundas intenções ou tentativas de qualquer coisa senão um papo bom. Não sei dizer ao certo se houve interesse das duas partes, e pra ser sincera, não me preocupo. Quando converso sobre esses assuntos com algumas amigas, a maioria chega entusiasmada contando mínimos detalhes, e acaba se irritando quando o cara não tenta se “aproximar” ou demonstrar certo interesse. Se sentem rejeitadas. Eu não. Enxergo e penso diferente. Acredito que o fato do cara não ter tentado nada talvez seja motivo de sorte. Ter como intenção te conhecer, saber da sua história, saber seus gostos, pra mim vale muito mais do que alguém que te chama pra sair pra te dar uns beijos e cair fora. Sem essa de criar expectativas. Vamos deixar a vida surpreender? O segredo é deixar as coisas acontecerem. E vou te falar, elas acontecem. Acontecem quando têm que acontecer, com quem tiver que acontecer, se tiver que acontecer. Pra que forçar a barra? O jeito é esperar pra ver.