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Frase de N Arnaud

Fiquei aqui a pensar no que te escrever, tão simples e complicado, me tirou o prazer de te presentear, mas pensando bem nada seria perfeito, poderia parar num armário solitário, camuflado para não ser percebido. Será que meu coração seria um bom presente, mas esse já te entreguei até minha alma já não me pertence. Acho que meu presente para você vai ser minha constante presença em tua mente, vai ser a lua em noites claras, ou às vezes o mar revolto para deixar teu coração acelerado quase fora do peito, me verá na brisa suave do rio que tanto te acalenta, prometo ser um presente não tão durável, palpável mas me manterei cravado em teus pensamentos e se por um motivo qualquer me arquivar em teu peito estarei numa prateleira bem visível. Que Deus te permita continuar por muito tempo fazendo a diferença na vida das pessoas da tua vida, que o dom de tuas palavras continuem trazendo a paz e serenidade, que tua alegria contagie quem tem o prazer de ter você, enfim que as estrelas sejam teu guia e que o bom Pai te de saúde infinita. Parabéns e muitas felicidades amor. Tua sempre Astarte.

N Arnaud

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de N Arnaud

Há alento em te imaginar tão perto, mas o coração inflama e reclama, parece sentir o drama da falta de razão. Me conduzo na constante busca de respostas que bem sei quais são, não me atrevo no entanto a decifrar meu pranto para não lhe dar vazão. Vou levando assim meus dias, sobr…
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Há alento em te imaginar tão perto, mas o coração inflama e reclama, parece sentir o drama da falta de razão. Me conduzo na constante busca de respostas que bem sei quais são, não me atrevo no entanto a decifrar meu pranto para não lhe dar vazão. Vou levando assim meus dias, sobrecarregando a alma aflita, para evitar que o erro se repita a expor o coração, porque metade de mim é alma e a outra vem a ser razão. Norma Arnaud

Me jugas assim aflito no que ainda não digo, me traduz sem esfera, sem espera, se fecha, se cala e nem me ampara. Nem percebe que o grito contido esconde um conflito, teme o que considera incerto e nem ao menos se aquieta, estamos de lados opostos fazendo cada qual seu drama, sem…
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Me jugas assim aflito no que ainda não digo, me traduz sem esfera, sem espera, se fecha, se cala e nem me ampara. Nem percebe que o grito contido esconde um conflito, teme o que considera incerto e nem ao menos se aquieta, estamos de lados opostos fazendo cada qual seu drama, sem notar tece um emaranhado de pensamentos que por vezes arranha, essa hostil agitação perturba, deixa visíveis lacunas que meramente vem preenchendo de dúvidas, dá a sentença sem prova, tira-me o direito à defesa e assim indefesa fico eu com uma vaga lembrança do que aconteceu.

Cativas com tuas doces palavras minha cansada alma, ensina-me de novo a sentir a leve sintonia que palpita no coração, meu respirar manso te sente, te acolhe. Vem furtivamente moldando os traços já quase apagados do meu contido desejo, arranca de mim lentamente a solidão e ilumin…
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Cativas com tuas doces palavras minha cansada alma, ensina-me de novo a sentir a leve sintonia que palpita no coração, meu respirar manso te sente, te acolhe. Vem furtivamente moldando os traços já quase apagados do meu contido desejo, arranca de mim lentamente a solidão e ilumina meus sentidos. Percebo quase que tarde um pulsar latente no peito, um amarrotado e ainda vivo anseio de amar, por vezes verte sandices dos lábios, toscas palavras usadas como barreira para esconder o medo, mas tua ternura se projeta como lança e me desequilibra. Não temos a tão desejada liberdade para nós conduzir aos braços ternos e aconchegantes um do outro, temos tão somente o sonho audacioso que transborda de puro amor.

Nas reticências da vida deixamos muitos atos, fatos e relatos pelo caminho, bagunçamos e falhamos e sem méritos ficamos nem mesmo nos acertos. Parecemos comida insossa, sem teor, de um paladar já costumeiro. Nem mesmo o reflexo sem nexo nos traduz, sem brilho, sem vida, sem luz e…
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Nas reticências da vida deixamos muitos atos, fatos e relatos pelo caminho, bagunçamos e falhamos e sem méritos ficamos nem mesmo nos acertos. Parecemos comida insossa, sem teor, de um paladar já costumeiro. Nem mesmo o reflexo sem nexo nos traduz, sem brilho, sem vida, sem luz e assim nos embriagamos de tédio e fazemos desse momento uma repetida cruz. Já não sou mais alma que acalma, beleza que inflama e presença que faça a diferença, me tornei o não sei quem de alguém...e assim quase que inevitável as reticências consomem as palavras, se perdeu os motivos, os conflitos já não geram atrito e o tanto faz se fez constante. Já não sou mais eu, o nós se rompeu, caminho vagando invisível procurando decifrar onde chegamos, onde nós perdemos, remendar já não é possível há muitas brechas, rupturas sem volta é assim fico eu no anonimato de meus dias sem tons.