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Frase de Tiago Amaral

Manhã Fria com Corvos Que manhã a estara tão fria, tinha acordado com o barulho dos corvos adentrando pela janela do meu quarto, como se um aviso direto da solidão cai-se sobre minha alma. E a terra estava tão úmida, pelo choro dos céus na quela manhã. As gostas de chuva descia beijando a terra, formando pequenas poças de água. E escorria também de forma lenta, pelo vidro da janela, todo esse choro da chuva. Uma pequenina aranha descia pela janela, tecendo uma teia, ela descia suavemente a procura de um novo lá, na quela manhã fria. Com a solidão a me fazer companhia. Via através do vidro da janela os corvos na varanda, seus olhos negros e penas escuras, os filhos da noite na quela manhã fria. E o sol brilhara tão fraco entre as nuvens, que mal os seus raios adentrava pelo vidro da janela chegando ater o meu rosto, pálido pelo frio da quela manhã tão fria. Nada como um café bem quente numa manha da quelas, então fui pra cozinha pra prepara um bom café quente, para me acompanha na quela manha sombria E os corvos continuara a bater suas azas, balançarem suas cabeças na varanda e a Crocitarem durante a quela manhã fria. Voltava ater a janela e me abraçava com o corpo de café em uma das mãos a me acompanha na quela manhã fria de solidão. Um andorinha era vista passando entre os chuviscos da chuva, dirigindo-se ao seu ninho, levando no bico uma pequena lagarta para seus filhotes, logo ali em uma arvore próxima. De repente os corvos parecia agitados como-se algo horrível estivesse para acontecer, e era o que parecia de fato. O céu escureceu como se a noite tivesse chegado sem ao menos da um aviso prévio. Então na quele momento uma forte tempestade chegava, fazendo o céu desabar de vez. Eu segurei com as duas mãos o corpo de café e vi que aquele temporal não passaria tão rápido a sim e voltei para os bracos da solidão.

Tiago Amaral

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Tiago Amaral

Escrevendo no meio do nada em uma cabana enquanto paro para observar a lua cheia e contemplar ela.
Hospital Vidas a agonizar com tamanha angustia que chegava a me afligir. A minha própria alma um sentimento vazio de pura pena. Enquanto nos semblantes de outras almas eu podia em suas caras ver uma expressão fria de tão pura tristeza. Na espera de algum ente querido, condenado…
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Hospital Vidas a agonizar com tamanha angustia que chegava a me afligir. A minha própria alma um sentimento vazio de pura pena. Enquanto nos semblantes de outras almas eu podia em suas caras ver uma expressão fria de tão pura tristeza. Na espera de algum ente querido, condenado a vagar parado, enquanto esperava com tamanha agonia a sua vez. E meio ao um corredor cujo em minha mente as paredes se rachavam enquanto tudo escurecia. E as luzes aparentava-se serem lâmpadas velhas, amareladas. E aqueles corpos vivos as esperas, pareciam diante dos meus olhos como almas a sofrer no purgatório dos vivos. E sentia-me eu como um anjo em um corredor de hospital abandonado. Cujo o teto gotejava por cima das teias que teciam as aranhas que ali moravam. Eu tinha então a sensação de pisar em pedras cuja tais pareciam serem úmidas e frias. Que eu sentia através dos meus pés toda a frieza daquele lugar, tão triste quanto sombrio. Era um corredor terrivelmente tenebroso diante de mim. E os meus olhos testemunhara toda aquela melancolia e tristeza. Eu sentia por dentro que minha alma não mostrava o que o meu corpo mostrava. Que era uma total completa sensação de tristeza e pena profunda. E todos que passavam pelo corredor caminhavam a sim com um semblante triste, preocupados, chorando em meio a uma agoniante, agonia profunda. Tanto que me doía a alma, então eu também chorava, de corpo como de alma. E tudo isso eu notei antes mesmo de entrar naquele hospital, no qual como anjo, me fazia tão mal.