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Frase de Raíssa Souza

A real é que vivemos de achismos e do achismo... É comum acreditarmos que amanhã será tarde demais e negligenciar o tempo É comum acreditar em variáveis e focar na incógnita É comum ver e não enxergar É comum omitir e mentir dizendo ser por amor É comum sermos insignificantes sendo os únicos responsáveis por tal motivo É comum sermos os errados mesmo estando corretos É comum fazer o melhor e ser ainda sim o pior É comum todas as vivências e todos os dizeres E o que não é comum se não os pesares?

Raíssa Souza

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Pensador.com

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Relutância Os demônios matinais Os demônios causais
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Relutância Os demônios matinais Os demônios causais Os demônios umbilicais. Demônios. Meu inferno e salvação. Meu céu, minha redenção. Escapa-se um ruído de dor Um grito agonizante. Nua é a lágrima do instante. Minh'alma sangrenta Se és possível o impossível. O encara, escancara e o enfrenta! O diabo sorri a mim todas as noites... Encolhido, escondido nos açoites. Anjos? Os anjos matinais Os anjos causais Os anjos umbilicais. Meu paraíso, meu tormento. Minha luz ofuscada. Libera-se um fluído de pudor Por toda dor inexistente Pela insignificância do viver. Minh'alma gestante De toda massa negra Universal Embrionária do caos cervical. Deus e o Diabo concedente. Demônios angelicais? Se é vivaz. Anjos demoníacos? Se é hipocondríaco. Toda essa relutância do Ser. Em se ser. Reluz a incredulidade demoníaca.

A sobriedade que me fazeis transmutar Partindo de mais um suave gole de um bom e velho vinho. Se és divino, então me vingo pela verdade despida de amargura
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A sobriedade que me fazeis transmutar Partindo de mais um suave gole de um bom e velho vinho. Se és divino, então me vingo pela verdade despida de amargura Mentira inevitável e inerente Nas escritas velhas os fúnebres ditos do pergaminho. Transmuto minha aura Renascentista de 666 besta comunal inocente. A cura mantral e subjugal ramifica-se além do espírito. Assim como o álcool que circula em meu corpo. E este esqueleto de um verme só, só de um, um só. Transforma-se em divino esplendor sóbrio e só, um só.

Os olhos, ah! Os olhos Aqueles negros e profundos olhos Que inundam minha alma
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Os olhos, ah! Os olhos Aqueles negros e profundos olhos Que inundam minha alma De ideias que se colidem Aqueles com brilho indiferente Que se diferem na atmosfera. Os olhos...aqueles tristes e caídos Sem nenhuma esperança em seu ser E o que é este ser? Os olhos como campos minados Como estacas de madeira Os mesmos olhos negros, os olhos em que não há mais vida. Os tristes e escravizados Olhos de dor e melancolia. Sangram, choram, exprimem a perda do seu ser. E o que é este ser? A colisão ideológica Destrói a melanina ocular Corrói todo o verniz do ser... E o que é este ser? Nada mais, do que SER!