Frase de Sarah Bulhões
Sou o que costumávamos ser, Talvez, o que dizíamos ser, Ora, apaixonados, ora dilacerados. Só faça cessar, porque tu sabes que cansamos. Sou o que nós sentíamos, A consequência de ambos. Dois corações, um amor, Tantos amores paralelos. Sou o que sonhávamos ser, Domingos e uma cama bagunçada. Sonhos tão realizáveis, Esperanças jogadas à traça. Cartas lidas, relidas e amassadas. Eu as queimaria, Contudo, nada me alimenta tão bem Quanto tamanha nostalgia.
No pensador.ai desde