Frase de Jô Bessa
DESTINO OU FATALIDADE E quantas vezes eu só quis soltar o grito aprisonado na garganta? Chorar as lágrima de quem canta, e por aí, libertar meu pranto, que em um canto qualquer se aprisiona, se acalanta. Muitas vezes, eu quis gritar ao mundo a minha dor, que se esconde por tras de sorrisos disfarçados. Entretanto, ainda sigo com um sorriso esboçado. Pois a dor que trago no peito, só pertence a mim. Esta dor, companheira que arrasto por toda a eternindade. Será destino, ou fatalidade? Ou apenas o grito desesperado de quem ainda não se encontrou? Será utopia, ou realidade, esta dor de quem tanto sofreu, amou e chorou? Destino, ou fatalidade? Sonhos, ou realidade? São simplesmente o caminho perdido de toda uma eternidade. Jô Bessa
No pensador.ai desde