Frase de Airton Soares
MELHOR COISA QUE FAÇO . Tem um ditado que diz: quem com porcos se mistura Farelos há de comer Daí optei pela clausura Pra poder me proteger. Melhor coisa que faço Sozinho no meu espaço Evito me aborrecer!
No pensador.ai desde
MELHOR COISA QUE FAÇO . Tem um ditado que diz: quem com porcos se mistura Farelos há de comer Daí optei pela clausura Pra poder me proteger. Melhor coisa que faço Sozinho no meu espaço Evito me aborrecer!
No pensador.ai desde
EXAGERO? . Sou um assíduo faltoso às páginas do Instagram. Outros afazeres me distanciam desse saudável convívio. Também preciso dizer: me pelo de medo de ficar viciado.
EXAGERO? . Sou um assíduo faltoso às páginas do Instagram. Outros afazeres me distanciam desse saudável convívio. Também preciso dizer: me pelo de medo de ficar viciado. . Dia desses, li numa revista que é mais fácil deixar de fumar e de beber do que largar o vício de frequentar estas ferramentas sociais. Será que o articulista da revista exagerou? Bah! cada um que tire suas conclusões.
O QUE ME IRRITA MESMO... . Há certas coisinhas que acontecem no nosso dia a dia que nos deixam visivelmente irritados: ir ao cinema e ter o azar de sentar ao lado do indivíduo que nos antecipa as principais cenas do filme.
O QUE ME IRRITA MESMO... . Há certas coisinhas que acontecem no nosso dia a dia que nos deixam visivelmente irritados: ir ao cinema e ter o azar de sentar ao lado do indivíduo que nos antecipa as principais cenas do filme. . Ou, então, uma pessoa bem alta senta na poltrona à nossa frente; o mastigado crocante - também no cinema - dos comedores de pipoca ou do ploc-ploc dos chicletes; rangido de porta, nos escritórios, enquanto aguardamos ser atendidos; em casa, apressado para sair, na hora de pôr perfume, a tampa do frasco escorrega, rodopia no chão e vai repousar lá no cantinho embaixo do guarda-roupa ou de outro móvel qualquer; concordar com pessoas que nos pedem opinião, mas que, na verdade, precisam é de apoio moral. . O que irrita mesmo é subir no ônibus e aguentar, sem poder dizer nada, aquelas pessoas que demoram uma eternidade na roleta pagando a passagem. . Um dia desses, final de tarde, observei: uma senhora gorda, bem parecida, apresentado sinais visíveis de neurose, aproximou-se da roleta e tentou nervosamente abrir a primeira bolsa. . Depois dessa, havia aquela bolsinha onde elas guardam moedas. Mexeu, remexeu, e nada de as moedas aparecerem. . Em cima da gaveta do trocador havia de tudo. Um verdadeiro bazar: amostra de tecidos, grampos enferrujados, pente, botões, sianinhas, carnê do Baú da Felicidade. O que se pudesse imaginar estava ali exposto na mesinha do trocador. . O tempo foi passando, passando (como é seu costume), e eu me enervando. A essa altura, já me sentia uma bomba. Só faltava explodir. Não demorou muito. Chovia e ainda não me encontrava sequer dentro do ônibus. Muni-me de paciência - qualidade rara hoje em dia - e suportei heroicamente a primeira etapa dessa angustiante maçada. . A segunda etapa vai do momento em que ela retira a moeda da bolsinha, até o pagamento propriamente dito. . Não entrarei em minúcias, por questão de brevidade. Bom, depois da longa "lengalenga", pudemos respirar naturalmente. Pensamos nós, passageiros. . Mas que nada. Aconteceu o inesperado: a bolsa da dita enganchou na roleta e começou o puxa-puxa. Puxa daqui, puxa de lá, e eu sei, gente, que finalmente chegou a minha vez de pagar. . Meti a mão no bolso para tirar a carteira, tentando ser mais rápido que todo mundo, querendo, com isto, me vingar mentalmente... Não a encontrei. Se não fosse minha timidez congênita, teria feito aquele escândalo. . Pior do que tudo isso, e já não era pouco, os outros passageiros, saturados pela gorda, não compreenderam meu problema - o roubo da carteira - e começaram a me xingar deliberadamente. . Essa não! Aí não prestou! Um verdadeiro disparo - de blasfêmias - cruzou no ar, juntamente com bofetes e encontrões. Estava todo mundo ababelado, à mercê do que desse e viesse, quando de repente ouviu-se o disparo de um revólver. Ficamos estáticos, pálidos, mal respirávamos. . Poucos minutos depois, cada um de nós olhou para a cara do outro, meio sem jeito. Era como se quiséssemos inquirir: - Precisava de tudo isso!? Um pouco mais de calma não teria resolvido a questão? Mas agora é tarde demais. . O silêncio é rompido pelo autor do disparo, um guarda da Polícia Civil, que falou com aspereza: - O coletivo está detido e vai agora mesmo para a delegacia! . Chegamos. O delegado, como sempre, fez perguntas de praxe e no final não deu em nada. Algumas multas, advertências e pronto. Uma história a mais dos propalados transportes coletivos. Fim de linha, fim de conversa! ........ 1977
FEIRA LIVRE . A feira livre de Ipu
FEIRA LIVRE . A feira livre de Ipu Ocorre toda semana Vem sacoleiro de fora De ruma, feito gincana Fincados no Shopping Chão Vendem de tudo, de montão A precinho de banana ........ Ipu - Ceará
HUMORISTA .
HUMORISTA . Morre Paulo Diogénes E “do riso fez-se o pranto” Vai com ele ‘Raimundinha” Para o nosso desencanto. Parte na flor da idade ( 62 ) Deixa tristeza e saudade Pondo a alegria no canto!