Pular para o conteúdo

Frase de Jefferson Schroeder

Se eu fosse te dar um conselho começaria dizendo para você sair de perto dessas pessoas que geram estes climas dentro de você. Tem relações de amizade, de namoro, de família que dão sono de viver. Depois de fazer isto a vida vai te recompensar e você vai perceber que demorou muito para tomar esta atitude. Não se culpe, pra não trocar a dor de antes por uma culpa de agora. A sua cabeça sempre vai estar tentando te derrubar. Pelo menos no começo. Talvez porque você cresceu vendo as pessoas tendo pena de quem chora e incomodadas com quem ri demais. Você provavelmente foi criado pra fracassar. Em alguns picos de alegria você vai tentar se frustrar. Pode sentir uma melancolia naquele dia onde tudo tinha que dar certo ou provocar uma briga depois de muitas horas de paz. O fracasso treinado, faz parte. “Domine seus atos ou eles te dominam”. Isto serve também para relacionamentos, profissionais e amorosos. Nos amorosos o discurso é sobre a sinceridade. Assim como confundem democracia com liberdade de opinião, confundem sinceridade com falta de autocontrole. Partindo deste princípio você vai manter firme por alguns anos a imagem de que ser sincero é bonito, e então toda vez que você estiver contrariado vai falar sem filtros o que está pensando. E pior, quando estiver apaixonado vai dizer tudo o que pensa achando que relações são filmes da sessão da tarde, onde alguém corre na chuva e pega a pessoa pelo ombro bem na hora do embarque do avião. Sendo assim vai esquecer que damos valor quando não temos muito e pode gastar um eu te amo até o outro não suportar o fato de ser tão amado e sentir que não tem espaço para demonstrar também. No meio desta relação você vai estar tão disponível que depois de muito tempo não vai mais conseguir ter uma imagem importante de que você é independente e que pode sumir a qualquer momento. O amor da sua vida pode ser de outra vida. Na educação de pai e mãe existem valores que serão importantes para sempre e que você vai perceber a falta disso em muitas pessoas. Principalmente naqueles que não respeitam hierarquias. Hierarquias são importantes para organizar as coisas. Mas cuide para não acreditar em títulos nem em posturas, por dentro delas não tem nada de diferente. Ainda dos pais, você poderá melhorar eles com afeto, assim como muitas situações onde o afeto possa parecer a última solução. Provavelmente ela será a melhor e a mais nobre. No seu trabalho lembre sempre que isto não é um favor e que tudo exige um pouco, ou muito da sua disposição, faz parte. Que a sua vida é infinitamente melhor do que a de muitas pessoas. Sobre a vida, ela é teimosa. Pode querer chamar sua atenção quando você parar de dar atenção para algumas coisas, faça isso. Até com alguns desejos muito fortes. Desloque seu ponto de vista. Sobre o seu tamanho, imagine uma bala de um revólver, você é deste tamanho. E sua pele é muito, muito fina. Quando algo for dito perto de você na rua, escute, aquilo pode ser para você, mesmo. Faça o exercício de pedir informações para quem você menos pediria, você vai se surpreender. Te digo também que a vida só te mostra o que você merece ver, então, expanda a sua fé. "Nem tudo que reluz é ouro”, e olha o que já fizeram por causa dele. Se você faz o bem, fique seguro, afinal se sentir bem é o que mais desejamos, e ao mesmo tempo o que mais tememos viver. Viva bem e fique firme nesta, uma hora você se acostuma.

Jefferson Schroeder

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Jefferson Schroeder

Baleia Um dia vazio pode levantar muitas ideias tristes. Enquanto uma mente parada elabora culpas e castigos, uma baleia nada com seu filhote do outro lado da terra, uma criança derruba um sorvete a algumas quadras dali, uma rosa desabrocha em um jardim de uma casa de madeira nu…
Continuar lendo

Baleia Um dia vazio pode levantar muitas ideias tristes. Enquanto uma mente parada elabora culpas e castigos, uma baleia nada com seu filhote do outro lado da terra, uma criança derruba um sorvete a algumas quadras dali, uma rosa desabrocha em um jardim de uma casa de madeira numa fazenda onde mora um casal de idosos, um pássaro cai de um fio elétrico em cima da rua rachada por falta de chuva, um pintor termina seu quadro... Silenciar pode fazer o mundo parecer apenas seu, e o futuro dos dias estar em suas mãos. Acostumados a ouvir que fazemos por merecer e que tudo depende de nós, acabamos nos tornando um Deus de nós mesmos. Um Deus de natureza perfeita e de conquistas, que cresce sem falhas e alcança sem tentativas. Então todas as falhas parecem culpas, e todos os não passos se tornam castigos. Acreditamos que o passo é mais importante que a perna. Mas a perna está ali, e só de estar já é possível ser êxito. Quando sentimos que estamos perdendo, é um bom sinal, pois isto comprova que estamos no jogo. Estar no jogo é fazer parte do time, que marca ou não marca pontos, mas que tem as melhores intenções e está em quadra. Quando algo der errado é um bom sinal, você está tentando, acreditando que é possível. Enfrentando, em frente, andando. Silenciar e sentir a vida, o todo, o além da necessidade de se ver evoluindo. Tentar e ver o que já está acontecendo. A tentativa. As.

O amor não tem hierarquia Sempre desejei ser muito conhecido. Pensava que seria o máximo ter que ir embora de um shopping por não conseguir andar. Um pouco antes da vida desbloquear alguns caminhos para mim, me dei conta que algumas pessoas se deslumbram quando estão famosas par…
Continuar lendo

O amor não tem hierarquia Sempre desejei ser muito conhecido. Pensava que seria o máximo ter que ir embora de um shopping por não conseguir andar. Um pouco antes da vida desbloquear alguns caminhos para mim, me dei conta que algumas pessoas se deslumbram quando estão famosas para tentar compensar uma frustração. Então fingem para si e para os outros serem pessoas especiais porque descobrem que a fama não tem nada do que parece de fora. Ser famoso inclui uma imagem que as pessoas querem que um famoso tenha. Esperam que ele seja metido, torcem para que ele caia, gostam de fofocas, de fazer sensacionalismo com a vida, com a sexualidade. Um retrato da sociedade que se equivocou ao dar razão sempre para o cliente grosso, para o pedestre que atravessa fora da faixa, para o fã que se dói pelo sucesso de um semelhante. O artista banalizado ao lugar de figura pública. Que de público não tem nada. Desenvolve o seu trabalho de forma privada e não usa o dinheiro do povo, como políticos. No mais, quanta gente linda e amada. Li essa semana que se você tem medo de lobos não deve entrar na floresta. Mas penso que cuidamos do lobo e ficamos amigos e hoje os consideramos os melhores. Venho para amar quem me encontrar, sem compromissos, e estou a disposição para tentar mudar um mundo de desvalores falidos para aguardar junto com todos o novo, que já é agora.

Onde dois ou três se movem a orar com eles estarei... A arte e a plateia - o Teatro “Onde dois ou três se movem a orar, com eles estarei”. Eu ouvia isso e pensava - Por que precisa ter mais de uma pessoa para que Deus esteja presente? Essa frase era de uma música que eu ouvia as…
Continuar lendo

Onde dois ou três se movem a orar com eles estarei... A arte e a plateia - o Teatro “Onde dois ou três se movem a orar, com eles estarei”. Eu ouvia isso e pensava - Por que precisa ter mais de uma pessoa para que Deus esteja presente? Essa frase era de uma música que eu ouvia as vezes. Na história do teatro tem o estudo de desvendar as suas origens - Uma delas, a mais forte, os rituais, onde dois ou três se movem a orar. Agora vendo um vídeo onde um violonista toca na rua e uma espectadora bailarina tira seus chinelos e começa a dançar, entendi que Deus já estava ali, no violinista, na bailarina, mas principalmente no tirar de chinelos para o dançar da oração. Quando a conexão da dança se fez com as cordas do violino, ela e ele juntos oraram e dançaram e foram puros na ingenuidade divina que existe em uma canção, em um dançar, a arte. “Contigo estarei”, pois estou contigo e sou cordas de violino por onde você dança quando se conecta com os meus em movimentos de ações divinas. Sobre o vídeo Ballerina from Palestine could not resist the melody of a street musician in Italy.

Se minha mente fosse um diário. Acho que eu preciso escrever. Como preciso desenhar as vezes. Porque esvazia, e preenche algo. Dizem que para que algo invada, que é preciso ter espaço. Mas o vazio também guarda. Esse texto começa com um sentimento e termina embaixo de uma árvore…
Continuar lendo

Se minha mente fosse um diário. Acho que eu preciso escrever. Como preciso desenhar as vezes. Porque esvazia, e preenche algo. Dizem que para que algo invada, que é preciso ter espaço. Mas o vazio também guarda. Esse texto começa com um sentimento e termina embaixo de uma árvore. O meio está entre o que quero e o que farei. Pensei hoje que uma pintura tem uma forma própria de falar. E que se você explica o que ela quer dizer, por mais que a obra seja sua, a descrição será outra obra, porque as palavras têm a arte delas. No café de manhã, e como é bonito quando alguém fala que tomou um café bem cedo, percebi que contenho um amor em mim por pessoas que conheço pouco. Era ela na minha frente, mas ontem a noite eram outras pessoas. Amo a pessoa e seguro em mim um desejo de ficar junto, de conhecer mais. Fiquei feliz de notar os óculos do repórter, os tênis da jornalista, os cabelos, as sardas e os olhos de desenho do ruivo que falava diferente de todos os outros diferentes. Tentei ser poético agora e acho que viajei. Estou quase nas nuvens, dentro do avião. Tem algo em mim que ainda não saiu. Meu coração tem pulado forte. E meu desejo agora seria parar um pouco a minha cabeça. Tenho tentado dizer para mim “O mundo que espere”, é libertador. Duas coisas que gosto de fazer: pedir informações na rua para pessoas mais simples ou para crianças ou para pessoas bem velhinhas. É tão bonito de ver. E a outra coisa é dizer para a pessoa que fala mal de alguém, que esse alguém adora a pessoa. Façam isso. É uma mentira boa. E ela gera. No fundo falo. Mas tudo o que queria era ler o livro do Jung que comprei que anda na minha mochila querendo minha atenção. Deitado na grama. Ouvindo os pássaros que sempre cantaram no sul e me fizeram procurar as buzinas. Sinto falta. E este fim poderia ser um ótimo começo para este texto.