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Frase de Vilmar Becker

Onde estão as trinta moedas? Por vários dias acordei do sono que perdi a anos, e cada vez que me via no caminho da insônia me vinha vários questionamentos, madrugada que se passa apenas acordada, nunca será uma boa madrugada, só me arrependo de nunca ter registrado nada do que pensava antes, e quando registrei fiz de um momento de tempestade uma revolta imensa e joguei fora as pérolas que poderiam me salvar de algumas insônias que vivo aleatoriamente hoje, acerca de moedas, talvez pense sobre o julgamento bom de fez uma maldade, ou o julgamento ruim de quem fez algo bom, jamais seria uma coisa, muito menos outra, falo do bem e do mal, falo do que podemos ou não fazer, de onde nossas mãos alcançam e até onde nos sujeitamos a estende-las, sujeito pobre esse tal homem mesmo, foram pouquíssimos que vi arriscar sua riqueza interior por conta de um valor externo pensando que os fariam menores, já perdi as contas de quantos pobres encontrei no caminho, pobres ricos maldosos, mas também encontrei alguns ricos pobres bondosos, e não foi o dinheiro que os tornou bons ou ruins, foi a maneira como olharam para si que os transformou, uns culpando a sociedade, outros dizendo que alcançaram por esforço próprio, outros pela família, todos por Deus e alguns poucos com o coração, eu não alcancei o pouco pelo coração e o resto foi acréscimo, mas prefiro esse pouco por ser o suficiente para me tornar um ser na medida certa, nem de mais, nem de menos. Onde foram parar as trinta moedas que ganharam aqueles que nunca pensaram na maldade e suas consequências, pode ser que elas sejam passadas de pai para filho, pode ser que elas sejam esmolas do interesseiro, do político, do patrão, pode até ser de um amigo sem que percebemos, mas quem somos nós para julgar que a maldade pode ser hereditária, alguns comentários sobre os maldosos e algumas maldades chegam a ferir minha alma, como podemos afirmar que alguém é como é porque tem sangue de maldoso, nunca vi nenhum hematologista diagnosticar em um homem maldoso ou um homem bondoso a sua hereditariedade como se fosse uma doença, já vi a maldade se propagar de formas distintas, cada uma na sua proporção, porém nunca deixaram de ser maldades, já vi a bondade sendo desencadeada por maldade, para o auto ajustamento frente a uma exclusão da mídia por exemplo, não consigo entender as pessoas que afirmam que filmaram para que fique registrado que é bom, nossos registros mais belos são lembrados com carinho pelos que caminharam conosco, ao nosso lado, não é uma câmera de auto beneficiamento que me fará um anjo apostos a ajudar sempre, depois daquele feliz momento mais ninguém sabe o maldoso e infeliz que sou, pois a câmera não está ligada sempre, também não vivemos num reality show onde nossas qualidades e defeitos estão expostos para mostrar a sociedade o que ela não deveria aprender, ou ensinando como ela não deve ser, e as trinta moedas são distribuídas a cada um conforme seu valor, ou quem sabe seu fedor, trinta moedas hoje são muito mais do que apenas trinta moedas, sociedade torpe, não conhecem seu próprio valor.

Vilmar Becker

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Devo enfrentar a vida, com a certeza de que posso assimilar a dor e transformá-la em algo mais... Eu não posso fazer que não doa, mas posso transformar essa dor em amor... Amor ao que era, amor ao que julgava ser, amor ao legado que se deixa... e no fim, tanta dor acaba sendo tan…
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Devo enfrentar a vida, com a certeza de que posso assimilar a dor e transformá-la em algo mais... Eu não posso fazer que não doa, mas posso transformar essa dor em amor... Amor ao que era, amor ao que julgava ser, amor ao legado que se deixa... e no fim, tanta dor acaba sendo tanto amor... quase tanto amor, como o que nunca recebi...

Hoje não tenho medo da solidão, pois me acostumei com ela. Eu diria mesmo que me apeguei a ela. Na companhia da solidão posso ser eu sem nenhuma restrição, posso chorar, escrever e cantar. Ela me ensinou que não preciso de muitos para ser feliz, me ensinou que não preciso esperar…
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Hoje não tenho medo da solidão, pois me acostumei com ela. Eu diria mesmo que me apeguei a ela. Na companhia da solidão posso ser eu sem nenhuma restrição, posso chorar, escrever e cantar. Ela me ensinou que não preciso de muitos para ser feliz, me ensinou que não preciso esperar a minha outra metade pois já estou completo. A solidão me ajudou a recuperar o que com falsos amores, falsas amizades e falsas promessas tinha perdido... Graças a ela hoje sei o que sou, para onde vou, e o mais importante, o que realmente vale o meu coração. Então tenho uma relação estranha com a solidão. Por dias e meses me faz companhia, até que chegue alguém e me põe medo por um tempo, (costuma ser bastante tímida e quando vê que alguém se aproxima desaparece) mas não me deixa, vai e acompanha outra alma e depois volta para mim ... Quando volta quase sempre me encontra com o coração feito cinzas, destroçado e morto; mas não diz nada, só me rodeia e fica até que eu recupere o fôlego para continuar. E essa é a nossa relação; embora em ocasiões sou infeliz com ela porque eu sinto que é muito ciumenta, já que se há alguém por perto da minha vida ela não tolera e se vai, mas: o que posso fazer? Ela é assim e nunca mudará!... e é bom tê-la por perto por momentos, mas não para sempre, mas sei que ela entende. E a verdade é a única que volta depois de um tempinho longe, porque as pessoas que já prometeram, nenhuma voltou. Então, ela é fiel a mim e eu a desejo com paciência quando não está... Hoje ela me acompanha, assistimos a chuva cair da minha janela. Hoje ela está aqui, e não sei por quanto tempo vai ficar desta vez, costuma falar pouco e nunca me diz quando se tem que ir; mas hoje eu me agarro a ela com tanta força que por agora não quero deixá-la escapar.