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Frase de Marianne Williamson

Estabelecer metas tornou-se muito comum nos últimos anos. Trata-se de um processo pelo qual a mente se concentra num resultado desejado. No fundo é apenas mais uma forma de tentar levar o mundo a fazer o que queremos que faça. Não é uma entrega espiritual. A mágica acontece quando concentramos a mente numa manifestação desejada e entregamos nossa lista de compras a Deus, dizendo a Ele o que queremos que faça por nós. Os milagres acontecem quando perguntamos a Deus o que podemos fazer por Ele. Os milagres nos levam da mentalidade do “obter” para o “oferecer”. O desejo de obter algo nos leva à crença profunda de que não temos esse algo. Enquanto acreditarmos que existe escassez dentro de nós, continuaremos a fabricar escassez em volta de nós, porque este é o nosso pensamento básico. Não importa o quanto obtemos, nunca será suficiente. Quando nosso desejo é oferecer, nossa crença profunda é a de que temos tamanha abundância que podemos distribuí-la. A mente subconsciente recebe a deixa de nossas crenças profundas e, com grande brilhantismo, fabrica situações que refletem essas crenças. Nossa disposição de dar leva o universo a nos dar. A mãe do operador de milagres é a paz de espírito. Não sabemos o que nos faz felizes, apenas achamos que sabemos. Todos já obtivemos coisas que achamos que nos fariam felizes e não fizeram. A questão é que não seremos necessariamente felizes por escrevermos afirmações positivas para obter um Mercedez-Benz e conseguirmos obtê-lo. A percepção, quando voltada para o milagre, deve transformar a própria felicidade em meta e abdicar da ideia de que sabemos que cara terá essa felicidade. Ninguém sabe o que vai acontecer daqui a um mês ou um ano. Se conseguirmos o que desejamos agora, pode ser que lá na frente vejamos uma situação pior, justamente por causa do que obtivemos. Ter na paz sua única meta, isso leva a mente a se concentrar em todos os fatores que contribuem para a nossa paz, deixando o resto de fora da nossa consciência. A mente e o olho são frequentemente inundados com inúmeras impressões, ao mesmo tempo que existe um censor embutido para dar foco às nossas percepções. E é ele que escolhe o que vamos notar e o que não vamos. Ter como meta qualquer outra coisa que não seja a paz é emocionalmente destrutivo. Por exemplo, vamos fazer uma entrevista para um emprego e queremos muito ser contratados. Se nossa meta é conseguirmos esse emprego, tudo bem, caso venhamos a ser contratados. Mas se não o conseguirmos, ficaremos deprimidos. Se a paz for nossa meta, conseguindo ou não o emprego, estaremos em paz. O importante é estabelecer uma meta no início de uma situação, caso contrário ficaremos com a impressão de que ela evolui de forma caótica. Quando a meta é a paz, estamos programados para a estabilidade emocional, não importa o que aconteça. A mente será direcionada para ver a situação de uma perspectiva de paz. Teremos fé em Deus e o milagre é que sentiremos realmente esta fé. Nossas emoções fluem de nosso pensamento e não o contrário. Estabelecer metas específicas podem nos limitar. Talvez estejamos pedindo algo apenas bom, quando a vontade de Deus seria nos dar algo realmente imenso. Assim que entendermos que a vontade Dele é que sejamos felizes, não sentimos mais a necessidade de pedir qualquer outra coisa além de que Sua vontade seja feita. Mas temos receio de deixar as coisas nas mãos de Deus porque não sabemos o que Ele fará com elas. Temos que estabelecer a meta de sermos curados da crença de que Deus é medo e não amor. Nossa felicidade e nossa função são uma só. Se Deus for nossa meta, a felicidade é nossa meta.

Marianne Williamson

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Nosso maior medo não é o de sermos incapazes. Nosso maior medo é descobrir que somos muito mais poderosos do que pensamos. É nossa luz e não nossas trevas, aquilo que mais nos assusta.
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Nosso maior medo não é o de sermos incapazes. Nosso maior medo é descobrir que somos muito mais poderosos do que pensamos. É nossa luz e não nossas trevas, aquilo que mais nos assusta. Vivemos nos perguntando: quem sou eu, que me julgo tão insignificante, para aceitar o desafio de ser brilhante, sedutora, talentosa, fabulosa? Na verdade, por que não? Procurar ser medíocre não vai ajudar em nada o mundo ou os nossos filhos. Não existe nenhum mérito em diminuir nossos talentos, apenas para que os outros não se sintam inseguros ao nosso lado. Nascemos para manifestar a glória de Deus – que está em todos, e não apenas em alguns eleitos. Quando tentamos mostrar esta glória, inconscientemente damos permissão para que nossos amigos possam também manifestá-la. Quanto mais livres formos, mais livres tornamos aqueles que nos cercam.

Nosso maior medo não é ser inadequado. Nosso maior medo é ser poderoso além da conta. É nossa luz, e não nossa escuridão que mais nos apavora.
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Nosso maior medo não é ser inadequado. Nosso maior medo é ser poderoso além da conta. É nossa luz, e não nossa escuridão que mais nos apavora. Pensar pequeno não serve ao mundo. Não há nada de sábio em se encolher para as outras pessoas se sentirem seguras ao seu redor. Todos nós fomos feitos para brilhar, como crianças Não está apenas em alguns de nós, está em todos nós E na medida que nós deixamos a nossa luz brilhar, nós consistentemente damos a outras pessoas a permissão de fazer o mesmo. Quando nós nos libertamos dos nossos medos, nossa presença automaticamente liberta os outros.

Nosso maior medo não é sermos inadequados. Nosso maior medo é não saber que nós somos poderosos, além do que podemos imaginar. É a nossa luz, não nossa escuridão, que mais nos assusta. Nós nos perguntamos: “Quem sou eu para ser brilhante, lindo, talentoso, fabuloso?”. Na verdad…
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Nosso maior medo não é sermos inadequados. Nosso maior medo é não saber que nós somos poderosos, além do que podemos imaginar. É a nossa luz, não nossa escuridão, que mais nos assusta. Nós nos perguntamos: “Quem sou eu para ser brilhante, lindo, talentoso, fabuloso?”. Na verdade, quem é você para não ser? Você é um filho de Deus. Você, pensando pequeno, não ajuda o mundo. Não há nenhuma bondade em você se diminuir, recuar para que os outros não se sintam inseguros ao seu redor. Todos nós fomos feitos para brilhar, como as crianças brilham. Nós nascemos para manifestar a glória de Deus dentro de nós. Isso não ocorre somente em alguns de nós; mas em todos. Enquanto permitimos que nossa luz brilhe, nós, inconscientemente, damos permissão a outros para fazerem o mesmo. Quando nós nos libertamos do nosso próprio medo, nossa presença automaticamente libertará outros.