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Frase de Leonardo R. Pessoa

A biblioteca Na sala de leitura, onde o tempo descansa sua mão pesada, as histórias se recolhem em silêncio, como crianças que adormecem no colo da noite. Ali, entre as capas puídas, os livros se tornam confissões veladas, guardando, em seu respirar sereno, a memória de quem os tocou. As prateleiras sustentam o peso das palavras que nunca gritaram, mas que se entrelaçam, tecendo uma trama de vida sem alarde. É ali que os segredos se desnudam, quando as sombras das capas desenham linhas suaves, mapas de histórias esquecidas que apenas os olhos do coração podem decifrar. Há uma paz que nasce do silêncio das salas, uma leveza que se acomoda no espaço entre o livro e o leitor. É preciso sentir o chão, como quem se entrega à terra, para compreender o abraço do tempo que se revela nas páginas que esperam. No simples, no pequeno gesto de olhar, a vida sussurra seus mistérios, e então a estante floresce.

Leonardo R. Pessoa

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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“Deturpei meus sentidos. Chamei de amor os meus exageros e de paz minha surdez. Tudo em mim era mentira... Exceto pela dor, essa nunca me traiu.
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“Deturpei meus sentidos. Chamei de amor os meus exageros e de paz minha surdez. Tudo em mim era mentira... Exceto pela dor, essa nunca me traiu. Sofrer foi a única prova de que mesmo delirando eu estava existindo.”