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Frase de Elizabeth Ruth Auer

Eu tenho atração por pessoas de gentileza inata. Aqueles que tem um sorriso no canto dos olhos até quando há uma lágrima dentro da alma. Tenho paixão pelos que optam pela modéstia. Gente que tem a elegância de ser feliz dentro uma vida simples. Amo as simplicidades da vida. Eu gosto de gente que não aproveita tudo o que encontra, mas valoriza o que seleciona. Gosto de gente que seleciona. Aqueles que são seletivos tem consciência do seu valor, e do valor das coisas duradouras. Eu gosto das coisas duradouras. São carregadas de afetividade e resistência. Valorizo a permanência. Existe um mistério inerente em permanecer, que faz toda simplicidade do mundo ser uma amostra da eternidade. Pensando bem... Exatamente! Gente que tem olhos para o eterno. Esse é o meu tipo favorito de gente.

Elizabeth Ruth Auer

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Elizabeth Ruth Auer

Gente que verdadeiramente te ama não despreza o teu sorriso. Valoriza tua beleza. Tem orgulho das tuas conquistas.
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Gente que verdadeiramente te ama não despreza o teu sorriso. Valoriza tua beleza. Tem orgulho das tuas conquistas. As outras é melhor deixar ir.

Meu sonho é como que uma casa como que feita de carinho de paz,
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Meu sonho é como que uma casa como que feita de carinho de paz, de vontade, de sabedoria. E fé. Quando dizem não vai dar. coloco ainda mais um tijolinho. Construindo construindo construindo. Esse meu sonho que de tão impossível já parece um castelo. Impossível é onde todos se apegam. Impossível é o que eu quero. Construindo construindo construindo de um sonho não se desiste quando cada tijolinho é pedra como que feita de fé.

Dor crônica. Espero o descanso da noite como o bebê faminto pranteia pelo seio materno. Não há descanso no seio da noite, e a minha dor não cessa.
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Dor crônica. Espero o descanso da noite como o bebê faminto pranteia pelo seio materno. Não há descanso no seio da noite, e a minha dor não cessa. Então espero que o sol traga alívio em seus raios quentes. Nasce o sol, e minha dor é maior que ontem. Espero então pela chuva. Espero que a orquestra de gotas tocando a superfície das coisas me deem a distração necessária para não sentir tudo isso. Chove, e a música da chuva não me anestesia o corpo, ao menos tenho a desculpa aceitável de estar sem condições de outra coisa. E a sinfonia necessária para fazer relaxar a decepção da alma. Tenho na chuva o direito comum de dormir. Como se tudo fosse preguiça. Medico-me e durmo. E acordo sem a obrigação de acordar como quem descansou. É dia de chuva. É permitido ser improdutivo. Posso oferecer ao meu corpo tudo o que ele precisa, e que será minimamente suficiente. E isso me torna como todos os outros irmãos meus. Sem culpa, e sem cansaço.