Frase de Luciano Spagnol (poeta do cerrado)
SEM JURA (soneto) Nesse poetar sofrido e atado Refúgio da minha desventura Usando o trovar como mísula Nada consola ou é consolado A dor doída é sem o agrado E o coração sem ter ternura É um verso com amargura E que no peito é mastigado A voz da falta, nele falando Reluz com sofrer em gritos E que na saudade murmura E, porque ficar blasfemando Então, com os versos aflitos Se já não mais existe, jura! © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 22/03/2020, 12’23” - Cerrado goiano Olavobilaquiando
Luciano Spagnol (poeta do cerrado)
No pensador.ai desde