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Frase de Maxileandro França Lima

⁠Sinto que estou vivo Quando sinto meu coração bater Por felicidade ou força de vontade Pra dizer que te amo Sinto que te amo Quando minhas mãos te encontram Pra te sentir e te proteger Espero que sintas o mesmo Pois sou seu para raios Pra todo amor que me dedicas De mim, recebes felicidade Talvez seja vaidade.

Maxileandro França Lima

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Pensador.com

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Outras frases de Maxileandro França Lima

Cada vez mais percebo que a humanidade caminha a passos largos em direção ao caos da própria humanidade.
⁠Discurso de Professor e Amigo, meados dos anos 2000. Cumprimento a todos os presentes. Queremos convidá-los a pensar conosco questões novas e complexas, e buscar caminhos para um processo de formação capaz de permitir aos futuros professores a compreensão de que somos diferent…
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⁠Discurso de Professor e Amigo, meados dos anos 2000. Cumprimento a todos os presentes. Queremos convidá-los a pensar conosco questões novas e complexas, e buscar caminhos para um processo de formação capaz de permitir aos futuros professores a compreensão de que somos diferentes e, na diferença, nos constituímos sujeitos. Nossa relação com o mundo e com os outros precisa ser pensada a partir daí. A escola que temos, ainda se pauta em um modelo que valoriza práticas ritualistas e lineares, que atualmente mostram-se insuficientes para enfrentar os desafios contemporâneos de novas questões sociais, culturais e identitárias. Importa desconstruirmos o olhar que privilegia a homogeneidade, que ignora as individualidades e silencia as histórias de vida de seus educandos. Na contra corrente dos processos de exclusão social que marcam a falta de oportunidades escolares de crianças, jovens, adultos, indígenas, afro-brasileiros e portadores de necessidades especiais, firmamos a unidade na diferença e na diversidade. Unidade que reorienta as práticas educativas a partir de novos discursos e que propõe o acesso democrático à escola como valor universal. Com ênfase na Formação de Professores, fazem-se necessários o debate e as ações sobre educação inclusiva, perpassados em todos os níveis pela conquista da cidadania. Mas, as vitórias da inclusão não devem restringir-se apenas no âmbito legal. A inclusão deve ser pensada como lugar onde a teoria e a prática tencionam-se, vividas como história humana para além dos campos de batalha e dos gabinetes presidenciais. A inclusão deve ser defendida em ambientes antes impensados, nos quais está o humano: nos palácios e nas sarjetas, nos quintais, entre plantas e galinhas, nas ruas de subúrbio, nas casas de fogos, nos prostíbulos, nos colégios, nas usinas, nos namoros de esquina, porque só é justo continuar a viver se a nossa vida arrasta com ela as pessoas e as coisas que não tem voz. Tendo a inclusão, como horizonte, podemos sinalizar uma prática pedagógica a partir da memória e da história dos alunos, orientação metodológica que remete ao cotidiano de segregação, desigualdade e exclusão de serviram como caldo cultural ao longo da formação social brasileira. E isso basta? Pensamos que não. necessitamos da força vital, da credibilidade de nosso aluno. Ele, mais do que ninguém, como desejante, pode ser solidário e renovar, com sua visão crítica, compromissos com a ética. A inclusão, como ampliação da cidadania e do direito, depende de nossa capacidade de conquistar a fé e a esperança que residem no "coração de estudante". Ao ouvirmos nossos alunos, professores em formação, talvez nos surpreendamos ao descobrir que eles, seus pais e avós, são doutores em desigualdades de oportunidades, mestres em desescolarização, PHDS em analfabetismo, Livres Docentes, em exclusão. Reconhecer cada aluno como dono de sua voz e das muitas vidas severinas - para quem a escola foi a terra boa nunca cedida - talvez seja um bom caminho. As linguagens, pelo significado das palavras e pelo sentido dos discursos, concretizam e externalizam o pensamento e permitem que o indivíduo, no campo das relações sociais, constitua-se sujeito. Dessa forma, elas confluem para a realização, no indivíduo, da consciência de si e de ser-com-o-outro, de ser membro da espécie humana, de pertencer a uma nação, expressar uma cultura, de dizer-se brasileiro. Caros formandos, temos em frente o grande desafio de atualizar a escola como ruptura e continuidade. Ruptura com a tradição de exclusão, de silenciamento das culturas (como a indígena e a afro-brasileira); ruptura com o silenciamento de pessoas com necessidades especiais; ruptura com a exclusão de jovens e adultos cuja vida na escola foi a morte severina. Trabalhar a continuidade na escola, implica recuperar o sentido filosófico do homem como sujeito produtor de seu destino e de sentidos. Somente assim superaremos a contradições que excluem crianças, jovens, adultos, etnias, tornando nossa nossa questão-objeto cidadã, em pertencimento a todos nós. Finalizando: Sussurrando: Cheguem mais perto, mais perto, ouçam: "Aproveitem a vida! Cada momento! Temos só uma oportunidade para viver e compartilhá-la, torná-la possível aos outros, a quem realmente precisa! Um grande abraço. Do professor e amigo: Maxileandro,

⁠LEBERTEM A PAZ A paz, Toda paz,
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⁠LEBERTEM A PAZ A paz, Toda paz, É sempre paz, Quando mãos se unem, E num apelo de amor Trabalham em comunhão, Em favor daquele irmão Que não sorri. O sorriso, Todo sorriso, Que vem da paz. Toda paz, Que um dia o homem Trancou em seu coração, E se esqueceu de dizer: 'EU TE AMO" Para quem precisa. Para aquele que sofre. 1986.

⁠FELICIDADE É uma coisa singela Tem perfume, tem prazer
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⁠FELICIDADE É uma coisa singela Tem perfume, tem prazer É um caminho a percorrer. São as flores, são os pássaros. É o meu cão engraçado Que eu nunca vou esquecer. É esta escola, São estes colegas E os professores também. É eu poder estar aqui Ao lado de todos vocês, Sem nunca me sentir só. Meus pais, minha irmã E os outros que me cercam, Meu coração não se esquece não. Todos e tudo de belo Me ajudam e me levam a dizer O guardado só meu coração: "Sou feliz e não estou só."