Frase de Paulino Cavala
De volta à casa Almas vividas de nostalgias De volta a casa Sou eu quem caminha No ver do afogo de quem Não tem farpela para vestir Sua pobreza, nem tesouros Para trajar as suas premências Quem é digno então De receber a dignidade? De amealhar do Ser irrepreensível Sem atentar a amargura? Sou eu quem jornadeia Mas, jamais caminhei pelo caminho Pela mente caminho, guarnecido Da análise do ser execrado
No pensador.ai desde