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Frase de Paulino Cavala

De volta à casa Almas vividas de nostalgias De volta a casa Sou eu quem caminha No ver do afogo de quem Não tem farpela para vestir Sua pobreza, nem tesouros Para trajar as suas premências Quem é digno então De receber a dignidade? De amealhar do Ser irrepreensível Sem atentar a amargura? Sou eu quem jornadeia Mas, jamais caminhei pelo caminho Pela mente caminho, guarnecido Da análise do ser execrado

Paulino Cavala

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Só seremos grandes apreciadores das qualidades de outrem, quando os nossos olhares sardónicos sofrerem um desvio autêntico aos olhos e ao rosto do ser de outrem... Então sobrevirá o olhar apreciador e despretensioso.