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Frase de Ângela Flores

Às vezes eu sento no banco do praça. Observo as pessoas, andarem de lá para cá. Umas sorriem, outras de cara amarrada e outras sem expressão alguma. As crianças parecem ser seres de outro mundo. Estas sempre estão com a mesma expressão no rosto, sonhando. O engraçado que sonhar quando se é adulto torna-se tão complicado. Se não sonhamos caindo de algum lugar, sonhamos estar sendo perseguido por alguém. E na realidade os sonhos nem tem o mesmo nome. Acordamos e dizemos: Hoje eu tive um pesadelo. O nosso sonhar hoje é pousar nossa cabeça sobre a cama e ao acordar, não se ter lembrança alguma na mente. Uma imensidão branca sobre a cabeça. E dessa maneira acordamos felizes. As crianças não. Elas estão sempre sonhando. Mesmo estando acordadas ou dormindo. Sonham em brincar o dia todo, sonham estar arrodeada de doces da padaria. Sonham em ter os pais ao seu lado o dia todo. Ao levantar do meu banco, eu percebo. Hoje eu também não sonhei. Mas o meu sonho agora é uma meta. Seguir em frente sorrindo sempre!

Ângela Flores

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Ângela Flores

Querendo ser aquilo que deixo as pessoas mais calmas e mais sublimes. Saiu por ai emitindo como ondas sonoras canções para celebrar a vida. - Vamos lá, Vamos lá Cory Toca para nós! Toque para todo o mundo!
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Querendo ser aquilo que deixo as pessoas mais calmas e mais sublimes. Saiu por ai emitindo como ondas sonoras canções para celebrar a vida. - Vamos lá, Vamos lá Cory Toca para nós! Toque para todo o mundo! Mas ele não, ele queria somente tocar para seus pais. Aonde quer que eles estariam, vão me ouvir e irão me encontrar. Disse Pedro: - Escute os sons...eles estão em todo lugar. Repare, o barulho do vento quando ele forma uma pequena canção através da brisa que percorrem as pessoas. É essa canção que nos embala. E sem saber, é dessa forma que além de nos sentirmos resfrecado, nos sentimos livres!

Eu já vivi por dias esperando que em um momento tudo se torna-se real. Torna-se real tudo aquilo que eu sonhava, me inspirava, suspirava e pedia. Pedia que o vento a cada dia, me desse força para suportar o momento da espera. Uma espera grande; Como se eu estivesse sentada, tot…
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Eu já vivi por dias esperando que em um momento tudo se torna-se real. Torna-se real tudo aquilo que eu sonhava, me inspirava, suspirava e pedia. Pedia que o vento a cada dia, me desse força para suportar o momento da espera. Uma espera grande; Como se eu estivesse sentada, totalmente imóvel dentro de uma grande sala para embarque e desembarque. Somente observando o vai e vem de pessoas. Indo e vindo. Subindo e descendo. E em mim surgia apenas expectativas e sonhos. A cada piscar de olhos, a minha mente se remediava ao encontro das luzes que meu cérebro transmitia criando caminhos brilhosos gravados em sangue em neurônios e tudo se passava em milésimo de segundos. Ao abrir os olhos, novamente uma nova expectativa eu encontrava. Mas eu sabia, que um dia, seria a minha vez de ser chamada. Me levantaria e percorreria o caminho que haverá escolhido por aquele que esta acima de nós e de tudo. Por aquele que escreveu o seu nome em letras chamuscadas de ouro resplandecente. E esse momento chegou. O momento é o hoje. O Agora.

O vento leva e traz os sons que percorrem todos os lugares. Os sons normalmente são novos, mas outros são velhos conhecidos. E neste vai e vem de novos e velhos sons descobriu-se onde se encontrava um menino pequenino que se encontrava perdido. Ha muito tempo não se havia mais…
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O vento leva e traz os sons que percorrem todos os lugares. Os sons normalmente são novos, mas outros são velhos conhecidos. E neste vai e vem de novos e velhos sons descobriu-se onde se encontrava um menino pequenino que se encontrava perdido. Ha muito tempo não se havia mais falado deste menino que sempre demonstrava no olhar um brilho de viver e de sonhar. Pedrinho como era chamado pelos Arcádios estava em um chale dentro da floresta de Arcádia codinomificada por magica. E dentro daquele chale Pedrinho fazia o que ninguém soubesse que fazia: Tocar! Notas e mais notas sobrevoavam sua cabeça e todo o espaço daquele lugar que demonstrava ser realmente magico. Ao mesmo tempo que eram uns emaranhados de notas juntas e misturadas elas se alinhavam formando uma melodia forte e doce. E desde então, Pedrinho que não era mais perdido, não ficou um dia seguer sozinho. A sua melodia que era diferente a cada dia encantava não só os animais que eram seus fieis espectadores mas formava uma outra orquestra de espectadores arcadianos na floresta azul do conto dos mágicos.